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Bets: quem são os apostadores que mais se endividam no Brasil? Veja o perfil dos jogadores
Publicado 03/03/2026 • 01:07 | Atualizado há 1 uma semana
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Publicado 03/03/2026 • 01:07 | Atualizado há 1 uma semana
KEY POINTS
Foto: Freepik
Casa de apostas; veja a porcentagem de endividamento entre novos apostadores
Nos últimos anos, o mercado de casas de apostas e cassino cresceu bastante no Brasil. Além da inclusão de milhares de bets licenciadas para a atuação no território nacional, o vício nas apostas segue afetando diversos brasileiros todos os anos.
Mesmo após a regulamentação e o início da cobrança de tributos entre 2023 e 2024, as casas de apostas consolidaram sua presença no Brasil. O que antes era novidade passou a fazer parte do cotidiano, impulsionado pela forte expansão da publicidade.
No futebol, o avanço foi ainda mais evidente: as chamadas “bets” multiplicaram contratos de patrocínio e passaram a estampar marcas em camisas, estádios e até nos naming rights de arenas e competições nacionais.
Leia também: Quase 40% dos apostadores se endividaram com bets
Apesar da regulamentação que permite o funcionamento das casas de apostas no Brasil, o vício constante em jogos segue sendo um dos maiores causadores de dívidas no país, principalmente entre novos usuários das plataformas.
Um levantamento realizado pelo Procon-SP aponta que 39,7% dos apostadores, o equivalente a quatro em cada dez, afirmaram ter se endividado após começarem a utilizar e realizar apostas nas bets. A pesquisa ouviu mais de 2.700 consumidores entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026.
Assim como a pesquisa realizada entre 2024 e início de 2025, os homens seguem sendo a maior fatia entre apostadores nas casas de apostas. Entre o levantamento geral, o público masculino geral representa 61,8%, já homens de até 44 anos representam uma porcentagem de 82,5%.
Entre os entrevistados com renda de até dois salários mínimos, 38,6% relataram impacto financeiro relacionado às apostas. Em comparação com o levantamento anterior, a principal mudança observada foi o aumento no valor destinado às bets.
Atualmente, 30,1% dos participantes afirmam gastar, em média, mais de R$ 1.000 por mês com esse tipo de atividade.
Entretanto, mesmo com a maioria das apostas realizadas por homens, entre as mulheres entrevistadas, 53,9% afirmaram ter contraído dívidas com casas de apostas. Apostadoras até 30 anos representam 44,7% do público feminino. Dessa porcentagem, 46,8% recebem uma renda de até dois salários mínimos.
Confira o restante das porcentagens entre os entrevistados que responderam sobre dívidas envolvendo casas de apostas:
Leia também: Juiz anula investigação sobre bets e PF assume inquérito que atinge influenciadora Deolane Bezerra
Apesar de as próprias casas de apostas reforçarem a responsabilidade entre os usuários, é determinante que o apostador saiba diferenciar uma aposta em jogos ou cassino, e investimentos reais. A falta de informação pode aumentar o endividamento causado pelas bets.
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