Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Banco Mundial vê América Latina com crescimento moderado até 2027, abaixo da média histórica
Publicado 13/01/2026 • 14:24 | Atualizado há 6 meses
Trump impõe novas tarifas “abrangentes” a 60 parceiros comerciais após o vencimento de tarifas globais temporárias
Pentágono reduz número oficial de mortos na guerra contra o Irã
Tesla cai 14,5% e Alphabet recua 7,1% com preocupação sobre retorno dos investimentos em IA
Ataque hacker da OpenAI à Hugging Face desencadeia projeto de lei do “interruptor de segurança da IA” no Congresso dos EUA
Ações da Intel disparam 11%, impulsionadas pelo boom da inteligência artificial, o que resultou no crescimento mais rápido em 15 anos
Publicado 13/01/2026 • 14:24 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
O crescimento econômico da América Latina deve permanecer moderado em 2026 e 2027, em um ambiente marcado por incerteza de políticas, comércio externo mais fraco e desafios domésticos em grandes economias da região, segundo o relatório Perspectivas Econômicas Mundiais do Banco Mundial, divulgado nesta terça-feira (13). A instituição avalia que, apesar de alguma melhora em relação a 2025, a região segue crescendo abaixo das médias históricas.
De forma geral, o Banco Mundial estima que o crescimento da América Latina e do Caribe tenha ficado em 2,2% em 2025, redução ante estimativa anterior de 2,3% e desaceleração ante resultado de 2,4% em 2024, refletindo demanda externa fraca, incerteza de políticas e condições financeiras ainda restritivas.
Para 2026, a instituição projeta aceleração do PIB regional a 2,3%, queda ante projeção anterior de 2,4%, sustentada por melhora da demanda doméstica e flexibilização monetária gradual em várias economias. Em 2027, o crescimento deve avançar a 2,5%, ainda abaixo das médias observadas antes da pandemia, em meio a limitações estruturais e riscos associados ao ambiente global.
Leia também: Banco Mundial vê economia global resiliente apesar de incertezas e mudanças no comércio
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCNa Argentina, o Banco Mundial estima crescimento de 4,6% em 2025 revertendo contração de 1,3% em 2024, antes de desacelerar a 4% em 2026 e permanecer neste nível em 2027. Antes, as projeções eram de PIB de 5,5% em 2025 e de 4% nesta ano. Além das incertezas políticas, episódios de pressão cambial e juros de mercado mais elevados tendem a pesar sobre a demanda interna, apesar do apoio externo.
Já o crescimento do México desacelerou de 1,4% em 2024 para 0,2% no ano passado, estima o relatório. Neste ano, contudo, o PIB mexicano deve se recuperar e avançar 1,3%, acima da previsão anterior de 1,1%, acelerando a alta de 1,8% em 2027. Conforme a instituição, o investimento e o comércio continuam contidos por disputas tarifárias e a revisão pendente do acordo comercial com os EUA e o Canadá (USMCA).
No Chile, o Banco Mundial estima crescimento estável de 2,6% em 2025, acima da estimativa anterior de 2,1%, mas desaceleração nos anos posteriores, a 2,2% em 2026 e a 2,1% em 2027, em ambiente de recuperação gradual da demanda doméstica, conversão gradual dos juros para nível neutro e investimentos em mineração.
Na Venezuela, o relatório alerta que as perspectivas seguem “altamente incertas”, condicionadas à evolução das sanções, da produção de petróleo e do ambiente político, o que limita a previsibilidade do crescimento e mantém riscos elevados para a economia.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
iPhone 18 Pro: quanto vai custar o novo celular da Apple?
2
Quina 7074: prêmio volta a acumular e valor chega a R$ 15,5 milhões nesta sexta (24)
3
Dell aposta em notebooks gamer extremos com novos Alienware
4
Sócios da Naskar são presos por fraudes de R$ 900 milhões contra investidores
5
Prudential coloca operação brasileira à venda; negócio pode superar US$ 3 bilhões