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Chefe interino do ICE deixará cargo nos EUA; francesa de 85 anos presa por imigração volta ao país natal
Publicado 17/04/2026 • 12:47 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 17/04/2026 • 12:47 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O diretor interino do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE), Todd Lyons, deixará o cargo no fim de maio, informou a Secretaria de Segurança Interna na quinta-feira (16). O governo norte-americano não divulgou a razão da renúncia nem quem assumirá a função.
O ICE é a principal agência encarregada de executar a política de deportação em massa de imigrantes determinada pelo presidente Donald Trump.
Lyons havia sido nomeado diretor interino em março de 2025 e, desde então, ampliou a atuação do órgão, que recebeu novos recursos da administração Trump para reforçar fiscalizações e expandir detenções de pessoas em situação irregular.
Em janeiro, agentes do ICE mataram dois cidadãos americanos em Minneapolis, no estado de Minnesota, durante ações de repressão contra imigrantes.
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Os episódios desencadearam uma onda global de protestos contra a política migratória conduzida por Trump. Lyons ocupava o posto de forma interina porque não havia sido formalmente aprovado pelo Senado dos Estados Unidos.
Também nesta sexta-feira, uma cidadã francesa de 85 anos, presa no início de abril por autoridades migratórias nos Estados Unidos, retornou à França, segundo informou o chanceler Jean-Noël Barrot.
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De acordo com o ministro, a idosa “voltou à França nesta manhã”, declaração feita durante visita oficial a Montpellier, no sul francês.
A mulher havia se mudado para os Estados Unidos, onde se casou em 2025 com um ex-coronel da Força Aérea americana e veterano da Guerra do Vietnã. O marido morreu de forma inesperada em janeiro, aos 85 anos.
Os dois haviam se conhecido cerca de 60 anos antes, quando ela trabalhava como secretária em uma base da Otan. Depois de ambos ficarem viúvos, retomaram contato e decidiram se casar. Quando foi presa, a francesa aguardava a emissão oficial de seu documento de residência permanente.
Na segunda-feira, o filho da idosa, Hervé, afirmou à AFP que a mãe vivia no Alabama e foi detida em 1º de abril, dentro da própria residência, por agentes do ICE. Segundo relatos de vizinhos mencionados por ele, a mulher foi algemada nos pés e nas mãos.
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“Não conhecemos as reais motivações desse encarceramento. Ficamos sabendo graças aos vizinhos, caso contrário não saberíamos de nada”, declarou.
Segundo uma fonte diplomática ouvida pela AFP, a idosa recebeu proteção consular imediata por parte das autoridades francesas nos Estados Unidos.
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