Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
China contesta apoio de EUA e aliados à decisão de Haia sobre Mar do Sul chinês
Publicado 12/07/2026 • 18:00 | Atualizado há 2 meses
Wall Street fecha perto da estabilidade com investidores de olho na inflação e no balanço da Nvidia
Brinquedos ‘apertáveis’ viram febre e movimentam US$ 297 milhões nos EUA
Nvidia tem lucro e receita acima do esperado no 2º trimestre
Apple agenda evento de lançamento de novo iPhone para 9 de setembro
Meta fecha acordo de US$ 16,7 bilhões em caso de vício em redes sociais com a Califórnia e outros estados
Publicado 12/07/2026 • 18:00 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
A China voltou a rejeitar neste domingo (12) a decisão do tribunal arbitral de Haia sobre as disputas no Mar do Sul da China, horas depois de Estados Unidos, Filipinas e outros países reafirmarem a validade do laudo que contestou as reivindicações marítimas de Pequim.
Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores chinês afirmou que a sentença de 2016 é “ilegal”, “nula e sem efeito” e reiterou que o país não reconhece nem aceita o resultado da arbitragem internacional.
A manifestação coincide com o décimo aniversário da decisão do tribunal constituído com base na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (Unclos). Na ocasião, a corte concluiu que não havia fundamento jurídico para as amplas reivindicações territoriais chinesas baseadas em supostos direitos históricos sobre grande parte do Mar do Sul da China.
Leia também: Petróleo: China foi principal beneficiada por trégua entre EUA e Irã
Segundo o governo chinês, porém, a arbitragem contrariou princípios do direito internacional e desrespeitou a própria convenção que fundamentou sua criação. Pequim também afirmou que sua soberania sobre as ilhas e seus direitos marítimos permanecem inalterados, independentemente do conteúdo da decisão.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCNa resposta, a chancelaria chinesa criticou Estados Unidos e outros países por ampliarem sua presença militar na região e afirmou que a liberdade de navegação e de sobrevoo nunca esteve ameaçada. Para o governo chinês, as ações de potências externas representam o principal fator de instabilidade no Mar do Sul da China.
Leia também: Kátia Abreu: plano da China reforça oportunidades para proteína brasileira, mas exige ganhos de competitividade
Pequim também sustentou que, ao longo da última década, a decisão arbitral não solucionou as disputas territoriais e passou a ser utilizada pelas Filipinas para ampliar suas reivindicações, além de servir de justificativa para a atuação de países externos na região.
Ao final do comunicado, a China voltou a defender que os impasses sejam resolvidos por meio de negociações diretas entre os países envolvidos e pediu que os signatários da declaração conjunta deixem de provocar novas tensões no Mar do Sul da China.
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Anel de R$ 6 milhões dado à atriz Marina Ruy Barbosa integra disputa judicial de família dona da Marabraz
2
Quando será lançado o iPhone 18 Pro? Veja as datas mais prováveis
3
Novo iPhone 18 Pro: veja o que muda no celular da Apple
4
Como funciona a marca d’água que o Claude vai deixar nos textos criados por IA
5
Em parceria com Rommanel, Ana Hickmann revisita sua trajetória na moda ao assinar coleção exclusiva de joias