Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
China contesta apoio de EUA e aliados à decisão de Haia sobre Mar do Sul chinês
Publicado 12/07/2026 • 18:00 | Atualizado há 1 mês
Em meio a tensão com Irã, Marinha dos Estados Unidos trabalha para substituir o problemático porta-aviões USS Abraham Lincoln
Como uma operação de nicho com cobre se tornou um indicador em tempo real do próximo movimento de Trump sobre tarifas
Petróleo sobe com ameaça dos EUA de “isolamento econômico” do Irã
EXCLUSIVO CNBC: CEO da Cambridge Aerospace aponta mudança na indústria de defesa após guerra no Oriente Médio
Ações do Reddit disparam após a inclusão no índice S&P 500
Publicado 12/07/2026 • 18:00 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
A China voltou a rejeitar neste domingo (12) a decisão do tribunal arbitral de Haia sobre as disputas no Mar do Sul da China, horas depois de Estados Unidos, Filipinas e outros países reafirmarem a validade do laudo que contestou as reivindicações marítimas de Pequim.
Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores chinês afirmou que a sentença de 2016 é “ilegal”, “nula e sem efeito” e reiterou que o país não reconhece nem aceita o resultado da arbitragem internacional.
A manifestação coincide com o décimo aniversário da decisão do tribunal constituído com base na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (Unclos). Na ocasião, a corte concluiu que não havia fundamento jurídico para as amplas reivindicações territoriais chinesas baseadas em supostos direitos históricos sobre grande parte do Mar do Sul da China.
Leia também: Petróleo: China foi principal beneficiada por trégua entre EUA e Irã
Segundo o governo chinês, porém, a arbitragem contrariou princípios do direito internacional e desrespeitou a própria convenção que fundamentou sua criação. Pequim também afirmou que sua soberania sobre as ilhas e seus direitos marítimos permanecem inalterados, independentemente do conteúdo da decisão.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCNa resposta, a chancelaria chinesa criticou Estados Unidos e outros países por ampliarem sua presença militar na região e afirmou que a liberdade de navegação e de sobrevoo nunca esteve ameaçada. Para o governo chinês, as ações de potências externas representam o principal fator de instabilidade no Mar do Sul da China.
Leia também: Kátia Abreu: plano da China reforça oportunidades para proteína brasileira, mas exige ganhos de competitividade
Pequim também sustentou que, ao longo da última década, a decisão arbitral não solucionou as disputas territoriais e passou a ser utilizada pelas Filipinas para ampliar suas reivindicações, além de servir de justificativa para a atuação de países externos na região.
Ao final do comunicado, a China voltou a defender que os impasses sejam resolvidos por meio de negociações diretas entre os países envolvidos e pediu que os signatários da declaração conjunta deixem de provocar novas tensões no Mar do Sul da China.
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Banco Central multa Banco Genial em R$ 21,6 milhões e inabilita CEO por 4 anos
2
Lotofácil 3760: veja os números sorteados no concurso; prêmio é de R$ 8 milhões
3
Lotofácil 3761: prêmio acumula em R$ 5 milhões; veja as dezenas sorteadas
4
Master Capixaba: falha de governança expõe brecha usada por Apex Partners e GJP para mudar estatuto e evitar Oferta Pública de Aquisição de Ações na CVC
5
PF cumpre mandado contra o advogado Nelson Willians em investigação de fraudes bilionárias com apostas ilegais
Governo colombiano decreta emergência econômica e enfrenta desafios logísticos e políticos após tremor
Em meio a tensão com Irã, Marinha dos Estados Unidos trabalha para substituir o problemático porta-aviões USS Abraham Lincoln