CNBC

CNBCIncêndios na Espanha e França forçam retirada de mais de 300 mil pessoas; Macron convoca reunião de crise

Mundo

China pede fim de tarifas unilaterais dos EUA e critica nova alíquota de 12,5%

Publicado 27/07/2026 • 11:00 | Atualizado há 44 minutos

KEY POINTS

  • China pede que os EUA corrijam "erros" e eliminem completamente as medidas tarifárias unilaterais.
  • Ministério do Comércio da China afirmou que se opõe "firmemente" às decisões americanas.
  • Para Pequim, EUA utilizam a questão do trabalho forçado como pretexto para impor novas barreiras comerciais.
Imagem de Xi Jinping

ReproduçãoTânia Rêgo/Agência Brasil

Xi Jinping propôs criar uma organização global para governar a inteligência artificial e sugeriu sede em Xangai.

A China pediu que os Estados Unidos corrijam seus “erros” e eliminem completamente as medidas tarifárias unilaterais após Washington anunciar a imposição de uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos chineses. A medida foi adotada no âmbito da investigação da Seção 301 relacionada ao trabalho forçado.

Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (27), o Ministério do Comércio da China afirmou que se opõe “firmemente” à decisão do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), classificando a iniciativa como um exemplo de “unilateralismo e protecionismo”.

Segundo o governo chinês, os EUA utilizam a questão do trabalho forçado como pretexto para impor novas barreiras comerciais, apesar de, conforme argumenta Pequim, não terem ratificado a Convenção sobre o Trabalho Forçado de 1930.

Leia também: China não deve compensar perdas sofridas pelo Brasil no tarifaço

Tarifas substitutivas

O ministério destacou que Washington sinalizou, em diversas ocasiões, a intenção de substituir, por meio das tarifas da Seção 301, as tarifas impostas com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês) e na sobretaxa de importação da Seção 122.

Times Brasil - CNBC

Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.

Siga o Times | CNBC

De acordo com a China, durante as negociações comerciais bilaterais, os Estados Unidos se comprometeram a limitar essas tarifas substitutivas a, no máximo, 20%. Segundo Pequim, a nova alíquota de 12,5% está dentro desse limite.

Retaliação e diálogo

O governo chinês ressaltou que permanecem em vigor as medidas de retaliação adotadas contra a primeira rodada das chamadas tarifas relacionadas ao fentanil e das tarifas recíprocas impostas pelos Estados Unidos.

Leia também: Tarifaço: relação Brasil-China bate recordes, mas mercado asiático não substitui EUA em exportações

“Continuaremos acompanhando de perto e avaliando de forma abrangente as medidas subsequentes adotadas pelos Estados Unidos, reservando-nos o direito de tomar todas as medidas necessárias”, afirmou o Ministério do Comércio.

Por fim, Pequim reiterou que está disposta a manter o diálogo com Washington “com base no respeito mútuo, na igualdade e no benefício recíproco”. O governo chinês também pediu que os Estados Unidos implementem os consensos alcançados nas negociações econômicas e comerciais, reduzam os pontos de divergência e ampliem a cooperação entre os dois países.

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:


🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Mundo