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China pede fim de tarifas unilaterais dos EUA e critica nova alíquota de 12,5%
Publicado 27/07/2026 • 11:00 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 27/07/2026 • 11:00 | Atualizado há 3 meses
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ReproduçãoTânia Rêgo/Agência Brasil
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A China pediu que os Estados Unidos corrijam seus “erros” e eliminem completamente as medidas tarifárias unilaterais após Washington anunciar a imposição de uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos chineses. A medida foi adotada no âmbito da investigação da Seção 301 relacionada ao trabalho forçado.
Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (27), o Ministério do Comércio da China afirmou que se opõe “firmemente” à decisão do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), classificando a iniciativa como um exemplo de “unilateralismo e protecionismo”.
Segundo o governo chinês, os EUA utilizam a questão do trabalho forçado como pretexto para impor novas barreiras comerciais, apesar de, conforme argumenta Pequim, não terem ratificado a Convenção sobre o Trabalho Forçado de 1930.
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O ministério destacou que Washington sinalizou, em diversas ocasiões, a intenção de substituir, por meio das tarifas da Seção 301, as tarifas impostas com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês) e na sobretaxa de importação da Seção 122.
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Siga o Times | CNBCDe acordo com a China, durante as negociações comerciais bilaterais, os Estados Unidos se comprometeram a limitar essas tarifas substitutivas a, no máximo, 20%. Segundo Pequim, a nova alíquota de 12,5% está dentro desse limite.
O governo chinês ressaltou que permanecem em vigor as medidas de retaliação adotadas contra a primeira rodada das chamadas tarifas relacionadas ao fentanil e das tarifas recíprocas impostas pelos Estados Unidos.
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“Continuaremos acompanhando de perto e avaliando de forma abrangente as medidas subsequentes adotadas pelos Estados Unidos, reservando-nos o direito de tomar todas as medidas necessárias”, afirmou o Ministério do Comércio.
Por fim, Pequim reiterou que está disposta a manter o diálogo com Washington “com base no respeito mútuo, na igualdade e no benefício recíproco”. O governo chinês também pediu que os Estados Unidos implementem os consensos alcançados nas negociações econômicas e comerciais, reduzam os pontos de divergência e ampliem a cooperação entre os dois países.
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