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Conflito no Oriente Médio

Armamento dos EUA: veja quais mísseis, drones e armas fazem parte do arsenal americano

Publicado 14/03/2026 • 07:00 | Atualizado há 2 meses

KEY POINTS

  • No dia 28 de fevereiro de 2026, as Forças Armadas dos EUA e Israel uniram-se para atacar o Irã. Chamada de “Operação Fúria Épica” nos Estados Unidos, as ofensivas envolvem ataques aéreos e marítimos, com um armamento baseado em mísseis e drones. 
  • Nesse sentido, de acordo com o ranking do Global Firepower 2026, os Estados Unidos têm a maior força militar do mundo. Ainda de acordo com o índice, a defesa americana se destaca pela potência militar aérea e terrestre.

Foto: divulgação/U.S. Strategic Command.

No dia 28 de fevereiro de 2026, as Forças Armadas dos EUA e Israel uniram-se para atacar o Irã. Chamada de “Operação Fúria Épica” nos Estados Unidos, as ofensivas envolvem ataques aéreos e marítimos, com um armamento baseado em mísseis e drones. 

Nesse sentido, de acordo com o ranking do Global Firepower 2026, os Estados Unidos têm a maior força militar do mundo. Ainda de acordo com o índice, a defesa americana se destaca pela potência militar aérea e terrestre. Veja no gráfico abaixo:

Quadro: “Visão Geral” da Força Militar dos Estados Unidos. Fonte: Global Firepower 2026.

A título de exemplo, o exército americano tem mais de 13 mil aeronaves de guerra e 83 contratorpedeiros (destroyers), sendo o maior detentor desses recursos no mundo.

Ademais, o armamento dos EUA é considerado “excelente” nas categorias: transporte, tipos de ataque, treinadores, helicópteros de ataque, veículos, submarinos, aeronaves, caças e até em orçamento de defesa.

A seguir, veja quais equipamentos compõem o armamento dos EUA. 

Leia também: EUA x Irã: 5 pontos para entender o confronto entre os dois países

Armamento dos EUA

No último domingo (1º), o Comando Central dos EUA (CENTCOM) divulgou as armas utilizadas na guerra contra o Irã. Com elas, mais de mil alvos foram atingidos no país do Oriente Médio. Sendo assim, até a terça-feira (3), atingiram ao menos 1250 alvos, incluindo 11 navios iranianos. 

Nesse contexto, de acordo com o CENTCOM, os principais alvos eram: instalações de mísseis, navios de guerra, submarinos e quartel-general do exército iraniano. Por isso, utilizaram recursos como sistemas de mísseis antibalísticos, drones, aeronaves e outros. Confira a lista completa: 

  • Drones de ataque unidirecional LUCAS;
  • Drones MQ-9 Reapers;
  • Bombardeiros furtivos B-2;
  • Sistemas de mísseis interceptores Patriot
  • Sistemas de defesa antimísseis balísticos de alta altitude terminal (THAAD);
  • Sistemas de foguetes de artilharia de alta mobilidade M142;
  • Sistema anti-mísseis guiados;
  • Sistemas antidrone;
  • Aeronave de ataque eletrônico EA-18G;
  • Aeronaves de alerta aéreo antecipado e controle;
  • Aeronaves para retransmissão de rádio aérea;
  • Aeronave de patrulha marítima P-8;
  • Aeronave de reconhecimento RC-135;
  • Aeronave de carga C-17 Globemaster;
  • Aeronave de carga C-130;
  • Porta-aviões de propulsão nuclear;
  • Aeronaves-tanque;
  • Caças F-18, F-16 e F-22;
  • Caças A-10;
  • Caças furtivos F-35;
  • Navios de reabastecimento.

Leia também: Quanto uma guerra contra o Irã poderia custar aos EUA? Veja as estimativas até agora

Ademais, o armamento dos EUA não é barato. A título de exemplo, segundo o jornal The Business Standard, cada drone de ataque unidirecional LUCAS custa US$ 35 mil. Já o THAAD, um sistema avançado de defesa antimíssil, custa entre US$ 1 bilhão e US$ 1,8 bilhão, conforme o Al Jazeera

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