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Irã abandona ideia de pedágio em Ormuz e propõe cobrança por segurança marítima
Publicado 25/05/2026 • 17:05 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 25/05/2026 • 17:05 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
O Irã decidiu abandonar a proposta de impor um pedágio para embarcações comerciais no Estreito de Ormuz e passou a defender um modelo de cobrança relacionado a serviços marítimos e proteção ambiental na região, em meio às negociações com Estados Unidos.
A mudança foi anunciada nesta segunda-feira (25) pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baqaei, que rejeitou a possibilidade de criação de uma taxa de passagem para navios mercantes. “Não vamos aplicar um imposto e não queremos fazê-lo”, afirmou durante entrevista coletiva.
Segundo Baqaei, o Irã e Omã trabalham em um protocolo voltado à criação de uma dinâmica capaz de garantir “a passagem segura pela via marítima”, um dos principais pontos das negociações envolvendo Teerã e Washington.
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Siga o Times | CNBCO porta-voz afirmou que a proposta é considerada “responsável” e está “em conformidade com o direito internacional e o interesse nacional dos dois países”.
Apesar disso, ele ressaltou que a adoção dessas medidas exige estrutura operacional e custos adicionais. “Esses atos implicam certos custos”, observou.
O Estreito de Ormuz permanece como um dos temas centrais das discussões envolvendo Irã e Estados Unidos em meio às tentativas de alcançar um acordo relacionado ao conflito no Oriente Médio.
A região vem sendo acompanhada de perto pelo mercado internacional diante do risco de impactos sobre a circulação marítima, o transporte internacional de petróleo e o fluxo global de mercadorias.
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