Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Crise no Irã leva governos a recomendar saída imediata de cidadãos
Publicado 15/01/2026 • 11:45 | Atualizado há 10 meses
Defesa, saúde, criptomoedas e inteligência artificial: como as eleições de meio de mandato podem mexer com o mercado de ações nos Estados Unidos
Futuros das bolsas de Nova York sobem com queda do petróleo; investidores aguardam balanço da Apple e eleições nos EUA
Por que a IA está impulsionando os negócios de publicidade da Meta enquanto prejudica as buscas do Google?
Setor de criptomoedas investe mais de US$ 200 milhões nas eleições dos EUA para pressionar por regras favoráveis
Justiça dos EUA rejeita ação de Trump contra The Wall Street Journal por suposta carta a Epstein
Publicado 15/01/2026 • 11:45 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Morteza Nikoubazl/NurPhoto
Governos de diversos países passaram a recomendar que seus cidadãos deixem o Irã diante do agravamento da crise política e da repressão violenta aos protestos, que já se espalham por várias regiões do país. A escalada da instabilidade elevou o nível de alerta internacional e desencadeou uma série de medidas diplomáticas e de segurança.
No Oriente Médio, o Catar informou que a base aérea de Al Udeid, considerada a mais estratégica dos Estados Unidos na região, foi parcialmente evacuada. A instalação já havia sido alvo de um ataque com mísseis iranianos em junho de 2025, em retaliação a bombardeios americanos contra instalações nucleares do país.
Leia também: “Não me importo”: Trump ignora críticas sobre Groenlândia, Irã, Fed e economia em entrevista
Na Europa, a reação foi coordenada. O Reino Unido anunciou o fechamento temporário de sua embaixada em Teerã. A Espanha recomendou que seus cidadãos deixem o país “por todos os meios disponíveis”, segundo comunicado do Ministério das Relações Exteriores.
Medidas semelhantes foram adotadas por Alemanha, Itália e Polônia. Após o fechamento do espaço aéreo iraniano, Berlim emitiu uma diretriz para que companhias aéreas alemãs evitem sobrevoar o país, enquanto Roma e Varsóvia também orientaram seus cidadãos a deixar o território iraniano.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO G7 declarou-se “profundamente alarmado” com o número de mortos e feridos nos protestos e não descartou novas sanções caso a repressão continue. O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, afirmou que a ofensiva das forças de segurança pode ser “a mais violenta da história recente do Irã”.
Leia também: Manifestante de 26 anos tem execução suspensa no Irã após pressão internacional
As manifestações começaram em 28 de dezembro, inicialmente motivadas pela insatisfação com a situação econômica. Com o passar dos dias, os atos se ampliaram e passaram a contestar diretamente o regime, marcando uma mudança significativa no perfil dos protestos e aumentando o temor de uma crise de grandes proporções.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
PlayStation resgata visual dos anos 1990; conheça os novos acessórios
2
Leilão do Banco Master reúne 447 lotes, de cadeiras Herman Miller a TV de 98 polegadas, com lances a partir de R$ 21; veja os itens
3
Protestos e acusações de golpe mergulham Polônia em nova crise institucional
4
Banco Central decreta liquidação da MW Pay, instituição ligada a bets, por violações graves às normas do sistema de pagamentos
5
Trump descarta encontro com Flávio Bolsonaro, mas diz que senador pode ficar nos EUA “pelo tempo que quiser”