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Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, diz que recessão ainda é uma possibilidade nos EUA
Publicado 15/05/2025 • 22:13 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 15/05/2025 • 22:13 | Atualizado há 1 ano
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Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase
O gigante de Wall Street, Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, declarou nesta quinta-feira (15) que uma recessão ainda é uma possibilidade séria para os Estados Unidos, mesmo após a recente redução das tarifas sobre a China.
“Se houver uma recessão, não sei quão grande será ou quanto tempo vai durar. Espero que possamos evitá-la, mas não descartaria essa possibilidade agora”, disse o executivo em uma entrevista à Bloomberg Television.
Especificamente, Dimon disse que prefere confiar nos economistas de seu banco, que colocam as chances de recessão quase como um empate. Michael Feroli, economista-chefe da empresa nos EUA, afirmou em uma nota aos clientes na terça-feira (13) que a perspectiva de recessão ainda está “elevada, mas agora abaixo de 50%”.
Os comentários de Dimon vêm menos de uma semana após os EUA e a China anunciarem que reduziriam significativamente as tarifas um sobre o outro por 90 dias. Os EUA também implementaram uma pausa de 90 dias para muitas tarifas sobre outras nações.
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Os comentários de quinta-feira marcam uma mudança para Dimon, que disse no mês passado, antes da trégua com a China, que uma recessão era provável.
Dimon também afirmou que ainda há “incerteza” em relação às tarifas, mas as pausas são positivas para a economia e o mercado.
“Acho que o certo a se fazer é recuar em algumas dessas questões e começar a dialogar”, sugeriu Dimon.
No entanto, mesmo com as pausas nas tarifas, os impostos sobre importação de produtos que entram nos Estados Unidos estão agora muito mais altos do que no ano passado e podem causar danos econômicos, segundo Dimon.
“Mesmo nesse nível, você vê pessoas segurando investimentos e pensando bem no que querem fazer,” disse Dimon.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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