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Dólar avança com Focus prevendo fim da queda da Selic e piora nas expectativas para guerra no Oriente Médio

Publicado 04/05/2026 • 17:24 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • Movimento foi puxado pelo cenário externo, com maior aversão a risco diante das tensões entre Irã e Estados Unidos
  • Apesar da pressão global, diferencial de juros no Brasil segue como suporte ao real, ainda que em segundo plano no curto prazo
  • Projeções do Focus indicam inflação mais alta e menor espaço para cortes na Selic, enquanto entrada de capital externo sustenta ativos brasileiros

Canva Images

Dólar abre sexta-feira em alta e reage ao fortalecimento internacional da moeda.

O dólar encerrou a sessão desta segunda-feira (4) em leve alta frente ao real, subindo 0,32%, aos R$ 4,96. A foi marcada por volatilidade, com a cotação flutuando entre R$ 4,95 a R$ 4,98. Segundo os analistas ouvidos pelo Times Brasil – licenciado exclusivo CNBC, a movimento refletiu maior cautela nos mercados globais diante do impasse entre Irã e Estados Unidos.

David Martins, sócio-diretor da Brazil Wealth, afirmou que o principal driver da alta do dólar veio do cenário externo, com aumento da aversão a risco diante das tensões geopolíticas. 

 “As bolsas internacionais tiveram um desempenho mais fraco, reduzindo o apetite por risco e, consequentemente, o fluxo para mercados emergentes no curto prazo”, afirmou.

No cenário doméstico, segundo ele, o diferencial de juros segue sendo um suporte importante para o real, mas hoje ficou em segundo plano diante do ambiente externo mais adverso. Martins diz que o movimento reforça que o dólar ainda está próximo de um piso, mas ainda há dificuldade de romper esse nível. Ele prevê que a cotação deva oscilar ao redor da faixa atual, “com bastante sensibilidade ao cenário global”, disse.

As projeções do relatório Focus também fizeram preço. Segundo Angelo Belitardo, gestor da Hike Capital, a trajetória de alta do IPCA indica uma redução das probabilidades na continuidade do ciclo de cortes na Selic. 

Com isso, “tivemos uma valorização expressiva dos ativos de risco no Brasil, o que refletiu em uma entrada ainda maior de recursos, devido à melhora nos resultados trimestrais e redução na alavancagem de diversos setores da bolsa de valores”, ele explica. 

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