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Dólar cai pelo terceiro dia consecutivo e fecha a R$ 5,05
Publicado 22/07/2026 • 17:16 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 22/07/2026 • 17:16 | Atualizado há 2 meses
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Foto: Freepik
O dólar à vista fechou em queda pelo terceiro pregão consecutivo nesta quarta-feira (22), favorecido pela alta do petróleo e pela entrada de capital estrangeiro no mercado brasileiro.
A moeda americana recuou 0,43%, a R$ 5,0517, após oscilar entre a mínima de R$ 5,0506 e a máxima de R$ 5,0842 ao longo da sessão.
Às 17h07, o contrato de dólar futuro para agosto caía 0,47%.
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Operadores identificaram entrada de recursos externos tanto no mercado acionário quanto na renda fixa. O fluxo ocorreu em uma sessão positiva para ações de peso dos setores de mineração, petróleo e indústria.
A procura por títulos brasileiros também deu suporte ao real. Investidores estrangeiros acompanham a possibilidade de que o Banco Central diminua o ritmo ou interrompa o ciclo de cortes da Selic diante das pressões inflacionárias provocadas pela valorização do petróleo.
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A nova alta do petróleo também contribuiu para o fortalecimento do real. O avanço da commodity tende a favorecer moedas de países exportadores, como o Brasil, diante da perspectiva de maior entrada de receitas externas.
O movimento doméstico acompanhou uma leve perda de força do dólar no exterior. O índice DXY, que compara a moeda americana com uma cesta de seis divisas fortes, recuava 0,05%, aos 101,126 pontos.
O euro avançava 0,10%, a US$ 1,1412, enquanto a libra permanecia praticamente estável, com queda de 0,01%, a US$ 1,3376.
Nos próximos pregões, investidores devem acompanhar a trajetória do petróleo, o fluxo de capital estrangeiro e novos sinais do Banco Central sobre a condução da Selic.
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