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Dólar volta a recuar e fecha aos R$ 4,99 com indefinição no Irã e sinais de arrefecimento  econômico

Publicado 18/05/2026 • 17:48 | Atualizado há 15 minutos

KEY POINTS

  • Declarações de Donald Trump sobre suspender um possível ataque ao Irã aliviaram parcialmente a tensão nos mercados.
  • Petróleo Brent chegou a superar US$ 110 por barril, refletindo temores sobre impactos na oferta global de energia.
  • Alta do petróleo fortaleceu o real ao melhorar perspectivas para a balança comercial brasileira.

Steven Depolo / Creative Commons

Fechamento do dólar

A cotação do dólar em relação ao real encerrou a sessão desta segunda-feira (18) em queda de 1,37% a R$ 4,99, em linha com enfraquecimento global da moeda americana. A divisa dos EUA enfrentou dificuldades na sessão, com a persistência da indefinição do conflito contra o Irã.

Já o contrato futuro para o dólar caía 1,15% no horário do fechamento, a R$ 5. O índice DXY, que compara a moeda americana a uma cesta de moedas fortes, recuava 0,29%, aos 98,995 pontos.

“As tensões continuam elevadas e devem permanecer no radar do mercado nos próximos dias. Os ativos tendem a reagir diretamente ao rumo das negociações. Se houver avanço diplomático, isso pode trazer um impacto positivo. Por outro lado, uma escalada das tensões teria efeito negativo sobre os mercados”, diz Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research.

Durante a sessão, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que desistiu de bombardear o Irã na próxima terça-feira (19) após os países do Golfo Pérsico pedirem que aguardasse o avanço das negociações. Dias antes, o presidente voltou a ameaçar o país com novos ataques, nas primeiras mensagens ofensivas desde o anúncio do cessar-fogo.

Além do impasse diplomático e o risco de guerra, também pesa a alta do petróleo. Na sessão, o contrato futuro da commodity do tipo Brent para julho chegou a ser negociado a US$ 110,23, refletindo a preocupação dos mercados com possíveis impactos na oferta global de energia. O movimento reforça a sensibilidade do preço do petróleo a conflitos no Oriente Médio.

“A alta do petróleo favorece a balança comercial brasileira e melhora os termos de troca do país. Com isso, o real acaba ganhando força, gerando uma pressão baixista sobre o dólar. Isso ajuda a explicar o movimento da moeda americana hoje, que acaba se sobrepondo, inclusive, às próprias tensões geopolíticas”, explica.

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