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Especialistas apontam aumento ‘preocupante’ das armas nucleares
Publicado 26/03/2026 • 09:40 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 26/03/2026 • 09:40 | Atualizado há 2 meses
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Um relatório desta quinta-feira (26) qualifica a situação como avanço "preocupante" em um contexto de intensificação dos conflitos armados.
A quantidade de armas nucleares instaladas e preparadas para uso aumentou significativamente no ano passado, destaca um relatório publicado nesta quinta-feira (26), que qualifica a situação como um avanço “preocupante” em um contexto de intensificação dos conflitos armados.
Nove países possuem armas atômicas: Rússia, Estados Unidos, França, Reino Unido, China, Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte.
No total, as nações tinham 12.187 ogivas nucleares no início deste ano, segundo o relatório publicado pela ONG ‘Norwegian People’s Aid’ (NPA) em colaboração com a Federação de Cientistas Americanos (FAS).
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O número global representa uma pequena redução de 144 na comparação com o início de 2025, mas a quantidade de armas nucleares disponíveis aumentou de forma constante nos últimos anos e alcançou 9.745 no ano passado, segundo o relatório.
O balanço significa que o mundo dispõe de 135.000 ogivas com a potência equivalente à bomba utilizada em Hiroshima, que matou 140.000 pessoas em 1945, destaca o documento.
E 40% das ogivas, ou seja, 4.012, foram instaladas no ano passado em mísseis balísticos em silos, plataformas móveis de lançamento, submarinos ou bases de bombardeiros, indica o relatório, o que representa um aumento de 108 na comparação com 2024.
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“O aumento anual contínuo do número de ogivas instaladas é uma evolução preocupante, que eleva os riscos de escalada rápida, erros de avaliação e uso acidental”, considera Hans Kristensen, diretor do ‘Nuclear Information Project’ na FAS e um dos principais colaboradores do relatório.
“Isso torna o mundo mais perigoso para todos nós”, destaca em um comunicado.
O relatório ressalta que os números são ainda mais preocupantes em um cenário de agravamento dos conflitos na Europa, na Ásia e no Oriente Médio, que envolvem às vezes países dotados de armas nucleares.
O documento aponta ainda “a erosão do regime de desarmamento, não proliferação e controle de armamentos em vigor há muito tempo”, em particular com o fim, no mês passado, do tratado New Start, último acordo assinado entre as duas principais potências nucleares, Rússia e Estados Unidos.
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Os especialistas também detalham os pontos de tensão na comunidade internacional sobre a questão, com um número crescente de países que defendem a proibição completa desse tipo de armamento.
No fim de 2025, 99 países haviam aderido ao Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares (TPAN) de 2017.
Mas nenhum país que possui a bomba atômica aderiu ao tratado: pelo contrário, estas nações investem em massa na modernização e expansão de seus arsenais.
E 33 países sob a proteção do guarda-chuva nuclear de aliados com ogivas “apoiam ativamente e reforçam essas políticas”, afirma o relatório.
“Os Estados que alegam que as armas nucleares garantem sua segurança, em particular na Europa, devem compreender que não existe nenhuma proteção sob um guarda-chuva nuclear”, advertiu Melissa Parke, diretora da Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN), uma coalizão de ONGs com sede em Genebra.
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