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China tem ‘apetite insaciável’ por petróleo americano, diz Trump; Brent dispara 3%
Publicado 15/05/2026 • 07:00 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 15/05/2026 • 07:00 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: Freepik
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (14) que a China concordou em comprar petróleo americano, após reunião com o presidente chinês Xi Jinping em Pequim.
“Eles concordaram que querem comprar petróleo dos Estados Unidos. Navios chineses vão ao Texas, à Louisiana e ao Alasca”, disse Trump na entrevista, gravada após o encontro com Xi. O anúncio foi feito em entrevista gravada para a Fox News e impulsionou os preços do petróleo nos mercados internacionais.
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Os mercados reagiram de imediato. Às 6h39 no horário de Brasília desta sexta-feira (15), o contrato futuro do Brent com vencimento em julho de 2026 operava em alta de 3,30%, negociado a US$ 109,33 o barril. O WTI, referência americana, subia 2,11%, a US$ 103,30.
A alta refletiu ainda o acordo entre os dois líderes sobre o Estreito de Ormuz, rota por onde passa parcela relevante do petróleo mundial. Trump e Xi concordaram que o estreito deve permanecer aberto e livre de pedágios.
Até o momento da publicação, Pequim não confirmou o acordo de compra de petróleo.A declaração de Trump contrasta com o histórico recente das exportações americanas de petróleo para a China. As exportações de petróleo bruto dos EUA ao país caíram 95% entre 2023 e 2025, para cerca de 8,4 milhões de barris no ano passado. No mesmo período, a China importava aproximadamente 1,4 milhão de barris por dia de petróleo iraniano, respondendo por cerca de 90% das exportações de Teerã.
Além do acordo energético, Trump afirmou que a China concordou em não fornecer equipamentos militares ao Irã e em apoiar as negociações em curso com Teerã. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, disse que a China atuará nos bastidores para ajudar na reabertura do Estreito de Ormuz. “É muito do interesse deles reabrir o estreito”, afirmou Bessent.
Xi Jinping também deixou clara a oposição de Pequim à militarização do estreito e a qualquer tentativa de cobrar pedágio pelo uso da rota, segundo declaração de um assessor da Casa Branca.
Analistas ouvidos pela CNBC advertem que, ao concentrar as negociações na venda de petróleo, soja e carne bovina à China, os EUA podem estar assumindo um papel de fornecedor de commodities em vez de parceiro tecnológico. Rush Doshi, pesquisador sênior do Council on Foreign Relations, avalia que essa posição pode não ser do interesse de longo prazo de Washington.
Trump afirmou que os dois países fecharam “acordos comerciais fantásticos” ao longo dos dois dias de cúpula e destacou a capacidade produtiva americana. “Produzimos mais petróleo e gás do que Arábia Saudita e Rússia juntas”, disse.
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