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Israel intensifica ataques ao Irã após Teerã rejeitar proposta de negociação dos EUA
Publicado 26/03/2026 • 07:41 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 26/03/2026 • 07:41 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto por KAWNAT HAJU / AFP
Equipes de primeiros socorros chegam ao local de um ataque aéreo israelense que atingiu a cidade costeira de Tiro, no sul do Líbano, em 24 de março de 2026.
Israel realizou novos ataques em várias regiões do Irã nesta quinta-feira, depois que Teerã rejeitou a proposta dos Estados Unidos para encerrar a guerra no Oriente Médio, iniciada há quase quatro semanas, e reafirmou seu compromisso com a “resistência”.
O conflito, que começou com um ataque conjunto de EUA e Israel em 28 de fevereiro, se expandiu rapidamente, envolvendo diferentes países da região. A expectativa de uma negociação cresceu após informações de que Washington teria apresentado a Teerã um plano de paz com 15 pontos.
Leia também: Guerra no Irã é uma “catástrofe”, alertam ministros do G7
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, negou qualquer negociação com a administração de Donald Trump. “Nossa política, no momento, é a continuação da resistência”, disse à TV estatal. “Não pretendemos negociar. Até agora, nenhuma negociação ocorreu.”
Segundo o Exército israelense, os ataques desta quinta atingiram infraestrutura em cidades centrais como Isfahan e Shiraz, além de Bandar Abbas, Tabriz e Mashhad. Em resposta, o Irã manteve seus ataques a Israel, onde seis pessoas ficaram levemente feridas.
A violência também se espalhou pelo Golfo Pérsico: dois mortos foram registrados em Abu Dhabi devido a detritos de um míssil interceptado, enquanto a Arábia Saudita afirmou ter derrubado ao menos 18 drones, e o Kuwait sofreu novo ataque de mísseis e drones.
Leia também: Irã acusa Israel na ONU de ser principal fonte de instabilidade no Oriente Médio
O conflito tem impactos diretos na economia global. Ações e preços do petróleo reagiram às mensagens contraditórias sobre negociações e desescalada. O fechamento parcial do Estreito de Hormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo e gás mundiais, segue como fator de pressão sobre os mercados.
O plano de 15 pontos dos EUA, detalhado via Paquistão, incluía questões como rotas marítimas, programas nuclear e de mísseis do Irã. Teerã respondeu negativamente e apresentou cinco condições próprias, incluindo garantias de que EUA e Israel não retomariam a guerra e compensações por danos.
Enquanto isso, o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã, intensificou ataques a Israel desde 2 de março, envolvendo o sul do Líbano e lançando mais de 80 ataques na quarta-feira, segundo o grupo.
O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou ter criado uma “zona de segurança genuína” no sul do Líbano, onde um soldado israelense morreu no conflito.
Hezbollah segue atacando Israel e descarta negociações, considerando qualquer acordo como “rendição”, segundo Naim Qassem, vice-líder do grupo.
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