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EUA dizem ter impedido a passagem de 108 navios em Ormuz
Publicado 26/05/2026 • 16:00 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 26/05/2026 • 16:00 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Os Estados Unidos informaram nesta terça-feira (26) que 108 navios mercantes foram desviados no Estreito de Ormuz após seis semanas de bloqueio na região. A medida ocorre em meio às negociações com o Irã para um acordo de cessação das hostilidades.
Segundo o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), as forças americanas desviaram as embarcações “para garantir o cumprimento da regulamentação”. A região segue sob tensão apesar da trégua indefinida em vigor entre as partes.
O Centcom também negou relatos de que a Marinha americana tenha retomado a escolta ou assistência a navios comerciais durante travessias pelo Estreito de Ormuz. Em publicação no X, o comando afirmou que o Projeto Freedom “não foi retomado” e que as forças dos EUA “não estão atualmente escoltando navios comerciais” pela região.
Leia também: Irã dá sinais de recuo nas negociações sobre o Estreito de Ormuz, diz ex-diretor da CIA
A manifestação do Centcom ocorreu após a informação de que a Marinha dos EUA teria guiado um superpetroleiro grego carregado com 2 milhões de barris de petróleo bruto durante a travessia pelo Estreito de Ormuz, na costa de Omã. A embarcação seguiria para a Índia.
O comando americano afirmou que a operação não representa a retomada do Projeto Freedom, iniciativa voltada à segurança da navegação comercial na região.
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Siga o Times | CNBCA tensão no Estreito de Ormuz permanece alta. Washington realizou nesta segunda-feira (25) ataques que classificou como “em legítima defesa” contra embarcações iranianas e bases de lançamento de mísseis no sul do Irã.
O Exército dos Estados Unidos afirmou que as ações tiveram o objetivo de proteger tropas americanas de ameaças atribuídas às forças iranianas.
Leia também: Saiba como possível taxa em Ormuz pode elevar inflação global e pressionar agronegócio brasileiro
Nos últimos dias, contatos diplomáticos entre as partes continuaram, mas o diálogo entre Estados Unidos e Irã ainda registra poucos avanços concretos. As divergências entre Washington e Teerã têm impedido novos encontros desde o cessar-fogo firmado em 8 de abril.
O acordo foi prorrogado sem prazo determinado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Até agora, as partes indicam que os avanços são insuficientes para fechar um acordo de cessação das hostilidades.
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