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EUA fecham acordo bilionário para elevar produção de mísseis Tomahawk
Publicado 17/08/2026 • 15:19 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 17/08/2026 • 15:19 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
A Raytheon, empresa de defesa que integra o conglomerado aeroespacial RTX, vai acelerar a fabricação dos mísseis de cruzeiro Tomahawk para recompor e ampliar a capacidade militar dos Estados Unidos. O movimento faz parte de um contrato de US$ 22,9 bilhões (cerca de R$ 119,1 bilhões) firmado com o governo americano.
O acordo, anunciado nesta segunda-feira (17), terá duração de vários anos e integra o chamado Arsenal da Liberdade, iniciativa do Departamento de Guerra dos EUA. A previsão é elevar a produção para mais de 1.000 mísseis Tomahawk por ano, além dos serviços de suporte relacionados ao armamento.
Segundo a Raytheon, o contrato busca garantir um fluxo mais constante de mísseis tanto para a Marinha dos EUA quanto para países aliados. A companhia afirmou que o novo acordo dá continuidade aos entendimentos firmados anteriormente com o governo americano.
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“Este contrato segue os acordos históricos entre a Raytheon e o Departamento de Guerra, e apoia o aumento anual de produção para mais de 1.000 mísseis Tomahawk e suporte associado, garantindo um fornecimento estável e previsível para a Marinha e aliados”, informou a empresa em comunicado.
A fabricante já vinha aumentando sua capacidade industrial para atender à demanda por armamentos. Nos últimos anos, a RTX realizou investimentos para expandir a produção dos Tomahawk e de outras munições consideradas críticas.
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Siga o Times | CNBCComo resultado desse esforço, a companhia entregou três vezes mais mísseis Tomahawk no primeiro semestre de 2026 do que no mesmo intervalo de 2025.
Leia também: Houthis afirmam ter atacado acampamentos militares no Iêmen com drones e mísseis
A expansão ocorre em um momento de maior pressão sobre os estoques militares dos Estados Unidos. O país tem operado com disponibilidade reduzida de alguns armamentos durante a guerra do Irã, enquanto o governo Donald Trump cobra das empresas do setor de defesa um ritmo mais acelerado de entregas.
Durante o conflito, o Exército americano utilizou uma parcela significativa de seu estoque de mísseis de longo alcance e alta precisão, segundo fontes ouvidas pela Reuters.
O consumo elevado desses armamentos voltou a alimentar preocupações sobre a prontidão militar dos Estados Unidos, enquanto o novo contrato com a Raytheon busca ampliar a capacidade de produção e assegurar um fornecimento mais previsível nos próximos anos.
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