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Exclusivo CNBC: CEO do Citi alerta para choque global após fechamento do estreito de Ormuz

Publicado 08/05/2026 • 21:48 | Atualizado há 5 dias

KEY POINTS

  • Jane Fraser disse que a crise deve provocar transformações em toda a cadeia global de suprimentos, incluindo petróleo, gás natural e indústria petroquímica.
  • Segundo a executiva, a Ásia tende a ser a região mais afetada pela forte dependência das rotas comerciais e energéticas do Oriente Médio.
  • A executiva acompanhará o presidente Donald Trump em viagem à China para reunião com Xi Jinping sobre tarifas, comércio internacional e segurança.

A CEO do Citi, Jane Fraser, afirmou que ainda não é possível estimar o tamanho do impacto econômico e social da guerra entre o Irã e os Estados Unidos, que resultou no fechamento do estreito de Ormuz. Em entrevista exclusiva à CNBC, a executiva disse que toda a cadeia global de suprimentos deverá se transformar.

“Acho que nós ainda não entendemos nem conseguimos antecipar os efeitos de segunda e terceira ordem. Não apenas de preços mais altos de petróleo e gás natural, questões na cadeia de distribuição mundial, mas também as ramificações dos petroquímicos”, disse. 

Embora o futuro seja incerto, Fraser diz que o mundo têm demonstrado resistência a choques econômicos decorrentes da flutuação dos preços do barril de petróleo. Ainda assim, algumas regiões devem ser mais impactadas que outras. Para ela, a Ásia deve ser a maior impactada na medida em que é o continente que mais depende dos estreitos do Oriente Médio.

“Vai demorar para que o mundo se recupere e tudo se acomode novamente quando tudo isso chegar a um fim, seja lá o que fim signifique”, afirmou. 

Fraser deverá visitar a China numa comitiva junto do presidente dos EUA, Donald Trump no próximo sábado (9). O presidente terá sua aguardada reunião com o presidente do Partido Comunita Chinês, Xi Jinping, para discutir tarifas e comércio internacional, além de questões de segurança. 

Para ela, é importante ver o envolvimento entre as duas maiores economias do mundo. “Nós já estamos na China há 124 anos, é um mercado muito importante e vários clientes multinacionais operam lá. Também estamos de olho em muitas empresas chinesas crescendo e se espalhando pelo mundo, para a sorte de todo mundo”, disse. 

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