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Fed aponta alta da inflação nos EUA impulsionada por energia e petróleo

Publicado 21/05/2026 • 06:30 | Atualizado há 11 minutos

KEY POINTS

  • A ata do Federal Reserve indica que a inflação nos EUA voltou a acelerar, impulsionada principalmente pela alta dos preços de energia após a disparada do petróleo ligada ao conflito no Oriente Médio.
  • O documento aponta que o aumento dos combustíveis já está se espalhando para outros setores, elevando custos de transporte, passagens aéreas e outras commodities, o que pode manter a inflação pressionada no curto prazo.
  • O Fed também alerta que choques de oferta e possíveis novas tarifas comerciais podem prolongar a inflação elevada, dificultando o retorno da economia norte-americana à meta de estabilidade de preços.

Foto: Freepik.

A ata do último encontro do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), divulgada nesta quarta-feira, 20, mostra que muitos dirigentes avaliam que a inflação segue elevada e voltou a ganhar força nos Estados Unidos, em grande parte por causa do salto nos preços de energia após a alta do petróleo.

“A inflação cheia no exterior vinha, em geral, rodando próxima das metas dos bancos centrais, mas os dados de março passaram a apontar para uma aceleração significativa da inflação global, impulsionada pela disparada dos preços de energia”, diz o documento do Fed ao destacar as incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio.

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Os participantes também apontaram sinais de repasse do aumento dos combustíveis para outros segmentos da economia, o que tende a pressionar a inflação no curto prazo. “Alguns participantes observaram que a alta dos combustíveis provocou aumentos em diversos outros preços, incluindo custos de transporte marítimo e passagens aéreas”, registra a ata.

Além disso, a autoridade monetária destacou efeitos indiretos do choque de oferta associado ao conflito, como o avanço dos preços de fertilizantes e de outras commodities não energéticas.

A ata também menciona que novas altas de tarifas nos EUA podem adicionar pressão sobre uma inflação já resistente, retardando o retorno à meta. “Vários participantes observaram que os preços de bens no núcleo da inflação seguem avançando em ritmo elevado, refletindo ao menos parcialmente os efeitos das tarifas comerciais”, diz o documento.

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