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Governo Trump mobiliza mil fiscais para monitorar eleições de meio de mandato nos 50 estados dos EUA
Publicado 03/11/2026 • 11:19 | Atualizado há 47 minutos
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Publicado 03/11/2026 • 11:19 | Atualizado há 47 minutos
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Reprodução/Redes Sociais
O governo do presidente Donald Trump anunciou nesta terça-feira (03) o envio de mil fiscais e observadores eleitorais para acompanhar a votação nos 50 estados americanos. Segundo o Departamento de Justiça, a mobilização representa a maior operação de monitoramento eleitoral já realizada pelo órgão em um dia de eleição.
A iniciativa ocorre durante as eleições legislativas de meio de mandato, nas quais os americanos vão às urnas para escolher seus representantes. A fiscalização federal será direcionada principalmente a localidades consideradas mais sensíveis pelas autoridades.
De acordo com o Departamento de Justiça, a seleção das áreas que receberão os agentes levou em consideração o histórico de dificuldades enfrentadas por eleitores para exercer o direito ao voto. Também terão atenção especial os locais onde as disputas políticas são mais acirradas e existe a possibilidade de intimidação de eleitores.
Segundo a imprensa americana, a função dos fiscais será verificar se as regras federais de proteção ao direito de voto estão sendo cumpridas. A atuação ficará sob a responsabilidade da Divisão de Direitos Civis do Departamento de Justiça.
Leia também: Eleições de meio de mandato nos EUA acontecem sob temor de que Trump conteste resultados
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Siga o Times | CNBCO aumento da presença de observadores federais levou diferentes estados americanos a divulgar novas instruções para autoridades eleitorais e profissionais responsáveis pelas seções de votação.
As orientações procuram esclarecer os limites de atuação dos representantes do Departamento de Justiça durante o processo eleitoral. A medida ocorre em meio a discussões sobre as competências do governo federal e das administrações estaduais na organização e fiscalização das eleições.
O reforço na fiscalização faz parte de uma postura mais rigorosa adotada pelo governo Trump em relação ao sistema eleitoral americano. A administração federal tem pressionado os estados a disponibilizar informações sobre o registro de eleitores, sob o argumento de que controles mais rígidos são necessários para preservar a confiança da população na votação.
As iniciativas, no entanto, enfrentam críticas de setores que consideram a atuação uma interferência excessiva do governo federal nas atribuições das autoridades estaduais. O debate envolve tanto a necessidade de garantir o cumprimento da legislação eleitoral quanto a definição dos limites da participação federal na condução das eleições.
Em comunicado, o Departamento de Justiça informou que o trabalho dos agentes será concentrado na fiscalização das normas federais relacionadas aos direitos eleitorais.
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