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Guerra amplia êxodo no Líbano e já desloca ao menos 30 mil pessoas, diz ONU
Publicado 03/03/2026 • 16:58 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 03/03/2026 • 16:58 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
AFP
O avanço da guerra no Oriente Médio provocou uma nova onda de deslocamentos forçados no Líbano, onde ao menos 30 mil pessoas já deixaram suas casas e buscaram abrigo, segundo dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU). A crise humanitária se intensificou após bombardeios e alertas de retirada emitidos por Israel, ampliando o fluxo de famílias para regiões mais seguras e até para fora do país.
De acordo com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), aproximadamente 30 mil deslocados estavam acolhidos em abrigos coletivos na segunda-feira (2). O porta-voz Babar Baloch relatou que “muitas outras dormiam em seus carros, à beira das estradas ou estavam presas no trânsito” nas rotas que saem do sul libanês, cenário que evidencia a dimensão do caos e da fuga em massa.
A nova onda de deslocamentos ocorre após o exército israelense lançar ataques contra diversas áreas do Líbano, em resposta ao disparo de foguetes pelo Hezbollah, principal força militar do país, contra Israel na noite de domingo (1). A tensão regional aumentou depois de ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, ampliando o risco de expansão do conflito.
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Segundo a ONU, há grandes deslocamentos no sul do Líbano, no Vale do Bekaa e nos subúrbios ao sul de Beirute, capital do país. A movimentação ocorre após Israel emitir alertas de retirada para moradores de mais de 53 vilarejos, em meio a intensos ataques aéreos em todo o território libanês.
A pressão também se reflete nas fronteiras. A ACNUR registrou aumento nas travessias rumo à Síria depois das ordens de retirada. De acordo com autoridades sírias, cerca de 11 mil pessoas cruzaram a fronteira apenas na segunda-feira, volume superior à média diária observada anteriormente.
O conflito atinge uma região que já convivia com fragilidades estruturais. O Irã, principal opositor de Israel no confronto, abriga atualmente 1,65 milhão de refugiados e outras pessoas que necessitam de proteção internacional, segundo a ONU. Mesmo diante dos desafios logísticos e do agravamento da instabilidade, a ACNUR mantém operações de assistência e apoio a essa população.
Antes mesmo da escalada militar, refugiados no Irã enfrentavam grave crise econômica, marcada por alta inflação, aumento do custo de vida e acesso limitado ao emprego, fatores que corroeram rendas e ampliaram a vulnerabilidade social.
No Líbano, equipes humanitárias seguem mobilizadas. A ACNUR informou que está fornecendo itens essenciais de socorro às famílias deslocadas que chegam aos abrigos designados pelo governo, numa tentativa de responder à emergência enquanto o conflito mantém o país sob tensão crescente.
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