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“Lolita Express”: veja quem aparece como passageiro nos registros de voo ligados a Epstein
Publicado 26/02/2026 • 10:00 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 26/02/2026 • 10:00 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Freepik.
A gigante da aviação Lufthansa e a companhia Cathay Pacific ampliaram a suspensão de voos para destinos no Oriente Médio devido à guerra.
O Lolita Express era o avião particular de Jeffrey Epstein, financista condenado por crimes sexuais. Trata-se de um Boeing 727, registrado sob o código N908JE. Embora fabricado em 1967, foi intensamente utilizado por seu proprietário entre os anos 1990 e 2000.
Assim como noticiado anteriormente, o avião foi projetado para voos comerciais, mas Epstein tinha outros planos. Sob a posse do financista, a aeronave contava com quartos e banheiros grandes, poltronas amplas e área de convivência.
No caso Epstein, o Lolita Express aparece como um dos principais meios de tráfico de garotas para abuso sexual, além de ter levado diversas pessoas até a ilha onde as vítimas eram exploradas.
Nesse sentido, o consultor de aviação, James McCloskey, relatou a experiência de entrar no Lolita Express. “Quando você entra na aeronave, é como um parque de diversões. Tudo se transforma em uma cama. Isso foi meio assustador. Não é como se a aeronave estivesse preparada para uma reunião de negócios – porque não está. Não há cadeiras para ninguém se sentar, exceto as poltronas que se transformam em camas”, disse ao New York Post.
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A partir dessa estrutura, Epstein fez muitas viagens pelos Estados Unidos. Entre seus principais deslocamentos, estão saídas de Nova York, na costa leste do país, para ir a Palm Beach e Miami, ambas cidades na Flórida.
Mas, a principal atividade da aeronave ainda consistia em levar diversas pessoas à Ilha de Saint Thomas, que servia de entrada para as Ilhas Virgens Americanas, onde o financista possuía propriedades.
Segundo o Newsweek e o The Cut, o Lolita Express já levou:
Em geral, os nomes acima aparecem no interrogatório de um dos pilotos do Lolita Express, Larry Visoski (Lawrence Paul Visoski Jr.). Durante o depoimento, os nomes apareceram ao relembrar os passageiros que transportou durante as 1000 viagens feitas entre 1991 e 2019.
Além disso, contou também que as idas até a ilha particular de Epstein eram frequentes. No entanto, Visoski afirmou nunca ter visto evidências de atividade sexual dentro dos aviões.
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Por outro lado, a presença frequente de Ghislaine Maxwell no Lolita Express chegou a ser relatada por suas vítimas. Segundo a Newsweek, a socialite prometia viagens e luxos para garotas menores de idade. Em seguida, Maxwell participava de alguns abusos e, em outras situações, levava as crianças para serem abusadas por bilionários, políticos, membros da realeza e chefes de estado.
A título de exemplo, depoimentos incluem casos com o próprio Epstein e outros com o Príncipe Andrew, acusado por Virginia Giuffre, uma das vítimas que prestou depoimento em outro julgamento.
Ademais, os registros se tornaram relevantes nas investigações por permitir a mapeação de deslocamento e identificação de pessoas. Mas, segundo o Independent, o Lolita Express foi deixado para apodrecer na Geórgia, em outubro de 2019.
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