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Ministra britânica destaca relação comercial com UE como ‘ainda mais importante’ que os EUA
Publicado 25/04/2025 • 15:56 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 25/04/2025 • 15:56 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Rachel Reeves, ministra das Finanças da Grã-Bretanha
Reprodução/Facebook/Rachel Reeves.
Os laços comerciais do Reino Unido com a União Europeia são “ainda mais importantes” do que os com os Estados Unidos em meio a tensões globais sobre tarifas, afirmou a ministra das Finanças britânica, Rachel Reeves. A declaração foi feita em entrevista à BBC.
Apesar do foco nas negociações tarifárias com os EUA, Reeves enfatizou a importância da relação com a Europa: “Teremos uma cúpula Reino Unido-UE no mês que vem, resultado do trabalho para reconstruir a confiança”.
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Ela mencionou reuniões recentes com ministros da França, Alemanha e outros países europeus, sinalizando uma reaproximação pragmática. “Em meio à turbulência global, o Reino Unido pode oferecer estabilidade política, financeira e fiscal.”
Questionada sobre as tarifas de 10% impostas pelos EUA a produtos britânicos, incluindo aço e automóveis, Reeves ponderou que “Donald Trump foi eleito com um mandato para aumentar tarifas. Acho que agora precisamos agir com cabeça fria e tentar reduzir essas barreiras”. Ela destacou que o comércio bilateral é equilibrado e que as medidas americanas são “desnecessárias”.
A chanceler, no entanto, reconheceu preocupações dos EUA com superávits comerciais persistentes de outros países, que, segundo ela, causam “perda de empregos para o exterior”. Reeves citou seu conceito de “securomics” – economia segura e resiliente – para justificar intervenções como a estatização da British Steel: “Não queríamos ser o único país do G7 sem capacidade de produzir aço virgem”.
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Siga o Times | CNBCSobre o cenário global, a chanceler descreveu o clima nas reuniões do G7 como “tenso”, mas defendeu diálogo para evitar escalada tarifária. “A visão predominante entre as empresas britânicas é que devemos focar em conseguir um acordo, não em retaliações. A escalada tarifária não beneficiaria ninguém.”
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