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Venezuela soma 164 mortos e 971 feridos; ONU cobra desbloqueio de redes sociais e meios de comunicação
Publicado 25/06/2026 • 08:25 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 25/06/2026 • 08:25 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: AFP
O número de vítimas fatais dos terremotos que atingiram a Venezuela subiu para pelo menos 164, enquanto o total de feridos chegou a 971, informou nesta quinta-feira (25) a presidente interina Delcy Rodríguez. Até o momento, as autoridades venezuelanas estimam mais de 10.000 desaparecidos.
A Missão Internacional Independente de Apuração dos Fatos sobre a República Bolivariana da Venezuela, órgão vinculado ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU), pediu o desbloqueio imediato do acesso às plataformas de redes sociais e outros meios de comunicação.
A entidade defende que, neste momento, “o acesso à informação será uma questão de vida ou morte”.
Os tremores, considerados os mais devastadores registrados recentemente no país, provocaram destruição em diversas áreas e mobilizaram equipes de resgate e assistência humanitária.
De acordo com Rodríguez, as autoridades seguem avaliando os danos causados pelos abalos sísmicos, que deixaram centenas de famílias desalojadas. O governo mantém operações de busca por possíveis vítimas sob escombros e trabalha para restabelecer serviços essenciais nas regiões mais afetadas.
Os terremotos mais fortes ocorreram na quarta-feira (24) e foram seguidos por cerca de 30 réplicas, segundo informações oficiais.
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A sequência de tremores aumentou a preocupação entre moradores e equipes de emergência, dificultando os trabalhos de resgate e a avaliação completa dos prejuízos.
O balanço divulgado representa uma elevação significativa em relação aos números iniciais apresentados pelas autoridades. Nas primeiras horas após a tragédia, haviam sido registradas 32 mortes e mais de 700 pessoas feridas, números que foram revisados à medida que as equipes alcançaram áreas isoladas e avançaram nas buscas.
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Siga o Times | CNBCDiante da gravidade da situação, o governo venezuelano reforçou os apelos por apoio às vítimas e intensificou a mobilização de recursos para atender os afetados.
As autoridades alertam que o número de mortos e feridos ainda pode aumentar nos próximos dias, à medida que novas informações forem confirmadas pelas equipes que atuam nas regiões atingidas.
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Dois fortes terremotos atingiram a Venezuela na noite de quarta, causando destruição em diferentes regiões do país e provocando o colapso de edifícios na capital, Caracas.
Os abalos, de magnitudes 7,1 e 7,5, foram sentidos em diversas localidades, gerando momentos de pânico entre os moradores e mobilizando equipes de emergência para avaliar os danos.
De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), os tremores tiveram epicentro a oeste da comunidade de Morón, na região costeira do Caribe, a cerca de 168 quilômetros de Caracas. Os eventos sísmicos ocorreram em sequência e foram registrados a uma profundidade aproximada de 13 quilômetros, característica que contribui para aumentar a intensidade dos impactos percebidos na superfície.
As autoridades venezuelanas iniciaram levantamentos para identificar a extensão dos prejuízos materiais. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram prédios danificados, ruas cobertas por escombros e moradores deixando imóveis por precaução.
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