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Ouro fecha em queda de quase 2% com alívio nas tensões comerciais entre EUA e UE
Publicado 27/05/2025 • 19:08 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 27/05/2025 • 19:08 | Atualizado há 11 meses
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Getty Images
Ouro
O ouro fechou em queda de quase 2% nesta terça-feira (27), oscilando em torno da marca de US$ 3,3 mil por onça-troy. Segundo analistas, o metal precioso ainda reage ao anúncio de alívio tarifário dos EUA para a União Europeia (UE) no retorno das negociações após o feriado do Memorial Day nesta segunda (26) nos Estados Unidos.
O contrato de ouro com vencimento em junho recuou 1,94% na Comex, divisão de metais da Bolsa de Nova York (Nymex), encerrando o dia a US$ 3.300,4 por onça-troy.
Durante o fim de semana, uma ligação entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, levou Washington a adiar para 9 de julho, a imposição de tarifas de 50% sobre produtos da UE.
A mudança de postura melhorou o humor dos investidores e provocou uma saída de ativos de refúgio. Além disso, notícias de que Washington pode estar prestes a fechar novos acordos comerciais aumentaram o otimismo nos mercados.
“A incerteza contínua sobre a política dos EUA sustentou os preços nas últimas duas semanas”, disse Rhona O’Connell, chefe de análise de metais preciosos da corretora StoneX. “Mas a reviravolta rápida nas tarifas propostas por Trump sobre a UE gerou uma correção no fim de semana”.
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A S&P Angel destaca que o dólar fraco e as compras do Banco do Povo da China (PBoC) em abril continuam dando suporte às cotações do ouro.
De acordo com David Morrison, da Trade Nation, apesar das perdas no início da semana, a fraqueza geral do dólar e a persistente incerteza nos mercados mantêm o ouro no radar dos investidores como a escolha defensiva preferida.
A trajetória do ouro no restante da semana dependerá da agenda econômica dos EUA, com atenção voltada para a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed), a segunda estimativa do PIB do primeiro trimestre de 2025 e o índice de preços dos gastos com consumo (PCE), principal medida de inflação acompanhada pelo Fed.
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