Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Petróleo fecha em baixa com sinais diplomáticos no Oriente Médio e retomada de oferta saudita
Publicado 17/09/2026 • 16:51 | Atualizado há 2 meses
Por que a IA está impulsionando os negócios de publicidade da Meta enquanto prejudica as buscas do Google?
Setor de criptomoedas investe mais de US$ 200 milhões nas eleições dos EUA para pressionar por regras favoráveis
OpenAI reduz meta de captação e pretende levantar até US$ 20 bilhões em nova rodada
Justiça dos EUA rejeita ação de Trump contra The Wall Street Journal por suposta carta a Epstein
Binance retoma saques após ataque hacker de US$ 6,3 bilhões
Publicado 17/09/2026 • 16:51 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O petróleo encerrou a quinta-feira (17) em baixa, em meio a novos sinais diplomáticos no Oriente Médio que reduziram os temores de uma ampliação do conflito. Os mercados também acompanharam a retomada da oferta de petróleo da Arábia Saudita no mercado global.
Na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), o Brent para novembro recuou 0,95%, ou US$ 1,01, e terminou o dia a US$ 104,82 por barril. Na Nymex, o WTI para outubro caiu 0,51%, equivalente a US$ 0,52, para US$ 101,91 por barril.
De acordo com informações da Reuters, a China pediu reservadamente ao Irã que contribuísse para conter os houthis, do Iêmen. A solicitação ocorreu depois de a Arábia Saudita procurar apoio de Pequim diante do avanço dos houthis pela costa do Mar Vermelho e nas proximidades do Estreito de Bab el-Mandeb, movimento que elevou os riscos para as exportações sauditas de petróleo. A Reuters informou também que o fluxo de petróleo saudita foi ampliado por meio de Omã.
Leia mais: Ouro registra segunda alta consecutiva com recuo dos juros dos Treasuries
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCPara Christopher Tahir, analista da Exness, os movimentos diplomáticos diminuem a pressão de alta sobre as cotações. Ele ressalta, porém, que o mercado físico de petróleo continua apertado, o que limita o espaço para uma queda mais acentuada. Tahir também aponta que o tráfego de petroleiros pelo Estreito de Ormuz segue em redução e que as tensões entre a Arábia Saudita e os houthis deixam o transporte pelo Mar Vermelho e a infraestrutura energética regional expostos a novas interrupções.
No campo militar, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse à Axios nesta quinta-feira que está próximo de decidir se retomará ataques em grande escala contra o Irã. Segundo a declaração atribuída a Trump, o objetivo seria tentar encerrar a guerra.
Os efeitos do conflito sobre os preços dos combustíveis também tiveram repercussões na Síria, que anunciou um subsídio ao diesel após protestos se espalharem pelo país durante a semana em meio a críticas ao aumento do custo de vida.
Na Rússia, a refinaria Slavneft Yaroslavnefteorgsintez interrompeu o processamento de petróleo, segundo a Reuters. A paralisação ocorreu depois que um ataque com drones ucranianos danificou equipamentos da instalação.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
PlayStation resgata visual dos anos 1990; conheça os novos acessórios
2
Leilão do Banco Master reúne 447 lotes, de cadeiras Herman Miller a TV de 98 polegadas, com lances a partir de R$ 21; veja os itens
3
Protestos e acusações de golpe mergulham Polônia em nova crise institucional
4
Banco Central decreta liquidação da MW Pay, instituição ligada a bets, por violações graves às normas do sistema de pagamentos
5
Trump descarta encontro com Flávio Bolsonaro, mas diz que senador pode ficar nos EUA “pelo tempo que quiser”
Petrobras aumenta preço do querosene de aviação em 7,2% em novembro, deixando o litro R$ 0,45 mais caro
Petróleo Brent recua 4% com avanço na diplomacia entre EUA e Irã; WTI passa a ser negociado abaixo de US$ 100 por barril