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Secretário de Comércio dos EUA detalha estratégia econômica e alianças; confira
Publicado 20/01/2026 • 20:46 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 20/01/2026 • 20:46 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Direto do Fórum Econômico Mundial em Davos, Howard Lutnick, secretário de Comércio dos Estados Unidos, abordou os desafios econômicos e estratégicos enfrentados pelos EUA e seus aliados.
Sobre as recentes tensões com a Europa por causa da Groenlândia, Lutnick afirmou que “nossos acordos tarifários e comerciais com a Europa e o Reino Unido são sólidos e estáveis” e reforçou que qualquer mudança não seria vantajosa para os europeus.
Ele destacou que a diplomacia continuará em evidência e que eventuais desentendimentos comerciais não comprometem a aliança estratégica com os parceiros europeus.
Ao falar sobre o crescimento econômico americano, Lutnick citou que o país registrou 4,3% de crescimento no terceiro trimestre e que no primeiro trimestre deste ano espera-se superar 5% de expansão, graças a uma política industrial focada em investimentos internos.
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Ele lembrou a abertura de uma fábrica da Micron em Nova York, de 100 bilhões de dólares e 25 mil empregos, como exemplo de como os EUA estão reindustrializando o país.
Lutnick também comentou sobre os desafios do setor imobiliário e dos juros altos, que têm prejudicado a construção de moradias.
Segundo ele, cortes de juros poderiam estimular a economia, reduzir a idade média de quem compra casa e aumentar a acessibilidade para os jovens.
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Siga o Times | CNBC“Se cortarmos as taxas de juros em 100 pontos base, vocês verão os Estados Unidos crescer em 6% ou mais”, afirmou.
No debate sobre política industrial e energia, o secretário destacou que a administração Trump busca fomentar empregos e fábricas em todo o país, com ênfase na geração de energia.
Ele explicou que o objetivo é atingir 100 gigawatts de potência instalada, reduzindo em cerca de 10% o custo da eletricidade para os americanos.
Para Lutnick, essa estratégia é parte de um esforço mais amplo para fortalecer a economia doméstica e garantir competitividade global.
Por fim, Lutnick reafirmou que a administração está comprometida em trazer empregos e investimentos de volta à América, proteger a base industrial e manter relações comerciais estáveis com aliados, mesmo em meio a divergências pontuais.
“Donald Trump trabalha para o povo americano e nossa economia. O foco é criar empregos e fortalecer a indústria interna”, concluiu.
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