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Copa do Mundo 2026: veja como funciona a venda, os preços e a revenda de ingressos
Publicado 15/03/2026 • 09:00 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 15/03/2026 • 09:00 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Reuters
A tão esperada Copa do Mundo da FIFA de 2026 está chegando após quatro anos desde a última edição do maior campeonato de futebol do planeta entre seleções. Apesar dos conflitos recentes, a federação segue recebendo milhares de consultas referentes à disponibilidade dos ingressos para a competição.
A edição de 2026 promete ser diferente das demais. Isso porque o mundial de 26 irá acontecer em três países diferentes: México (abrindo a competição), Canadá e Estados Unidos (fechando o campeonato). Além disso, as alterações da FIFA para esta edição permitirão a participação de 48 seleções.
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Segundo informações da Reuters, nas duas primeiras fases de vendas oficiais, quase dois milhões de ingressos foram vendidos, a demanda superou a oferta em mais de 30 vezes, colocando pressão no mercado de bilhetes, mas garantindo um sucesso antecipado entre os números de espectadores que estarão presentes no campeonato.
Ainda que a procura seja grande, a demanda por ingresso é maior que a disponível. Desde o início das vendas, diversos torcedores relataram dificuldade de conseguir comprar a tempo os tickets para as primeiras fases da Copa do Mundo. Vale lembrar que, em diversos países, o mercado de venda de ingressos paralelos é permitido, o que justifica a rapidez nas vendas das entradas.
A venda de ingressos é organizada pela FIFA em múltiplas fases, começando com sorteios em que os torcedores se inscrevem para concorrer a bilhetes antes mesmo de conhecer os confrontos e locais exatos dos jogos.
Após o esgotamento dessa fase inicial, a FIFA usa a procura por ingressos como base para realizar novas aberturas de vendas de ingresso. Esse modelo permite que a federação entenda a demanda e evite que os ingressos permaneçam muito tempo à venda. No caso da edição de 2026, a preocupação é inversa, já que a demanda é maior que a disponível.
De acordo com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, em vídeo promovido pela FIFA, a procura por ingressos impressionou a própria federação. Gianni ainda confirmou aos torcedores que “Ainda temos e reservamos alguns ingressos para a última fase de vendas, que começará em abril (após os playoffs) – uma espécie de venda de última hora.”
A título de comparação, a FIFA informou que o volume de solicitações de ingressos foi, sozinho, de 3 a 4 vezes superior ao total de público que compareceu aos 964 jogos realizados nas 22 edições anteriores da Copa do Mundo, desde 1930.
Os valores dos ingressos variam de acordo com a fase do torneio e a categoria do assento. Para partidas da fase de grupos, os preços dos ingressos variam entre US$ 100 e US$ 575, com um número limitado de entradas de US$ 60 na categoria especial criada pela FIFA após as críticas sobre os preços das entradas. Entretanto, encontrar essa categoria disponível é uma raridade.
Confira os demais valores de acordo com a fase da competição:
Pela primeira vez em uma Copa do Mundo, a FIFA introduziu o sistema de “dynamic pricing”, ou precificação dinâmica, que ajusta os valores dos bilhetes com base na demanda em tempo real. Esse modelo, similar ao usado por companhias aéreas e hotéis, permite que os preços subam ou desçam conforme os níveis de procura e a velocidade das vendas.
Essa ferramenta tem sido criticada por deixar muitos torcedores “de fora” e elevar ainda mais os custos para quem tenta garantir seu lugar no evento. Isso abre margem para o mercado de revenda dos ingressos da Copa do Mundo.
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Além do processo de vendas principal, a FIFA também opera uma plataforma oficial de revenda de ingressos, onde torcedores podem comprar e vender bilhetes com segurança. Nessa plataforma, a organização cobra uma taxa de 15% sobre o preço total tanto de compra quanto de venda, e os bilhetes podem ser comercializados por valores acima do preço médio, dependendo da partida e da demanda.
A FIFA recomenda que os torcedores utilizem apenas essa plataforma oficial para reduzir riscos de fraude e garantir a validade dos ingressos adquiridos. No caso dos Estados Unidos e Canadá, o mercado de revenda é legal e bastante usado entre eventos esportivos.
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