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STF forma maioria para manter Vorcaro preso
Publicado 13/03/2026 • 11:23 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 13/03/2026 • 11:23 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Os ministros André Mendonça, Luiz Fux e Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), votaram nesta sexta-feira (13) para manter a prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Ainda falta votar Gilmar Mendes. Os votos podem ser realizados até a próxima sexta-feira (20).
O ministro Dias Toffoli, que também integra a Segunda Turma, se declarou suspeito e não participa do julgamento. Com isso, a análise terá apenas quatro votos. Em caso de empate, o placar favorece Vorcaro, o que pode levar à soltura do banqueiro.
Leia também: Vorcaro: sem Toffoli, quatro ministros do STF decidem se mantêm dono do Master na cadeia
O julgamento acontece em plenário virtual e deve analisar também se continuam presos o cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, apontado como operador financeiro do banqueiro, e o escrivão aposentado da Polícia Federal Marilson Roseno da Silva, suspeito de ajudar no acesso a informações sigilosas da investigação.
Operação investiga fraudes no Banco Master
Vorcaro voltou a ser preso no último dia 4, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal. A investigação apura suspeitas de fraudes financeiras no Banco Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), ligado ao governo do Distrito Federal.
A prisão foi autorizada por Mendonça após a PF apontar novos elementos na investigação. Segundo os investigadores, Vorcaro teria dado ordens diretas a outros envolvidos para intimidar jornalistas, ex-funcionários e empresários, além de ter acesso antecipado ao conteúdo das apurações.
Leia também: Vorcaro teria sondado PGR e PF sobre possível delação após prisão
Entre os elementos citados pela investigação estão mensagens encontradas no celular do banqueiro, apreendido pela PF. Em uma delas, Vorcaro teria ameaçado o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, em conversa com Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”.
Mourão também foi preso na terceira fase da operação e atentou contra a própria vida enquanto estava na carceragem da Polícia Federal em Belo Horizonte.
As investigações também apontam que Vorcaro mantinha contato direto com dois servidores do Banco Central e recebia informações sobre o andamento de apurações envolvendo o Banco Master no órgão.
Essa não é a primeira prisão do banqueiro. Em 17 de novembro do ano passado, Vorcaro foi detido quando tentava embarcar em um jatinho particular com destino a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
No dia seguinte, o Banco Central decretou a liquidação do Banco Master por suspeitas de fraudes.
Após essa prisão, a defesa obteve um habeas corpus na Justiça Federal em Brasília, permitindo que Vorcaro cumprisse prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica. A nova decisão do STF analisa se a detenção determinada na fase mais recente da investigação deve ser mantida.
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