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Ibovespa: após rali, quedas sucessivas de março afetam ganhos de 2026
Publicado 16/03/2026 • 09:31 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 16/03/2026 • 09:31 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Freepik.
Março tem sido um mês de declínios para o Ibovespa. Enquanto o início de 2026 prenunciava uma maré de bons resultados, com recordes e entrada de capital estrangeiro, o terceiro mês do ano tem sido marcado por quedas acentuadas.
Nesse sentido, apenas em março, o Ibovespa já acumula 5,9% de queda. Na prática, os ganhos de 2026 caíram para 10,27%.
Anteriormente à guerra no Irã, iniciada em 28 de fevereiro, o Ibovespa ultrapassou os 190 mil pontos pela primeira vez. Com altas superiores a 1%, chegou aos 192.624 pontos. Na base anual, esse desempenho representaria uma alta de quase 20%. Contudo, quinze dias foram suficientes para “apagar” dois meses de conquistas.
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Em geral, as recentes quedas sucessivas do Ibovespa se explicam pelos conflitos geopolíticos e crise do petróleo. Na verdade, o índice brasileiro não é o único a sentir o impacto desse cenário.
O Ibovespa teve mais de 80% das ações em queda ao longo de março. Entretanto, os primeiros dois meses do ano indicavam um momento favorável para países emergentes, com um momento de atração de capital estrangeiro – um momento de rali que contrasta com a postura conservadora impulsionada pela crise internacional.
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Nesse sentido, dez empresas registraram os maiores declínios durante os primeiros quinze dias de março. Entre elas, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), a Raízen e o Grupo Pão de Açúcar (GPA), que:
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Mesmo assim, diversas empresas conseguiram manter resultados positivos no Ibovespa neste mês de março. A título de exemplo, a Braskem viu alta diante da chegada de uma nova controladora, a gestora IG4. A Petrobras também tem aproveitado a crise no Estreito de Ormuz, com PETR3 e PETR4 apresentando a segunda e terceira maior alta do mês. Outras empresas do ramo de energia também tiveram altas, como Prio e PetroRecôncavo.
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