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Alckmin sobre socorro ao BRB: ajuda compete ao governo do DF
Publicado 16/04/2026 • 20:53 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 16/04/2026 • 20:53 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
Valter Campanato / Agência Brasil
Alckmin disse que o governo tem mantido diálogo com os Estados, mas ressaltou que não pode obrigá-los a reduzir o ICMS sobre o diesel importado
O presidente em exercício, Geraldo Alckmin (PSB), evitou entrar no debate sobre uma possível participação do governo federal na capitalização do Banco de Brasília e atribuiu a decisão ao governo do Distrito Federal.
Durante entrevista coletiva nesta quinta-feira (16), Alckmin afirmou que o tema ainda está sob análise no âmbito de um inquérito que apura suspeitas de irregularidades envolvendo o BRB e o Banco Master. Diante desse cenário, ele indicou que qualquer definição sobre o futuro da instituição deve partir do próprio ente distrital, responsável pelo banco.
Sem avançar em detalhes, o presidente em exercício reforçou que a condução do processo cabe ao DF, que deverá avaliar os caminhos para fortalecer a instituição.
“Em relação ao BRB, isso está sendo apurado pelo inquérito. O banco é estadual, então cabe ao Estado a capitalização do banco, enfim, verificar melhor a maneira de encaminhá-lo. É preciso ouvir o governo do Distrito Federal”, limitou-se a dizer.
Na mesma tarde, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) da Presidência, José Guimarães (PT), afirmou que é “radicalmente contrário” ao governo federal fornecer um socorro ao BRB.
O novo chefe da articulação política do governo declarou ainda que a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é que as investigações do escândalo bilionário do Master sejam aprofundadas “doa a quem doer”.
“Se esse assunto chegar (até mim), eu sou radicalmente contrário a socorrer o BRB”, afirmou o ministro da SRI em entrevista coletiva com jornalistas no Palácio do Planalto nesta quinta-feira.
Guimarães disse ainda que ficou surpreso com a notícia da prisão do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, realizada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta. O novo ministro da SRI comentou que acreditou que o ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha também havia sido preso.
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