CNBC
Petróleo

CNBCDemanda mundial por petróleo deve registrar primeira queda anual desde pandemia, diz AIE

Notícias do Brasil

Banco Central prorroga inquérito sobre conglomerado do Master por mais 120 dias

Publicado 17/06/2026 • 18:36 | Atualizado há 3 semanas

KEY POINTS

  • Novo prazo passa a contar a partir de 23 de junho de 2026.
  • Inquérito apura o que levou instituições do conglomerado Master aos regimes especiais decretados pelo BC.
  • Ao fim da apuração, caso haja prejuízos, o relatório pode ser encaminhado à Justiça.
Caso Banco Master: o que a Polícia Federal consegue descobrir em celulares apreendidos?

Foto: Reprodução

Caso Banco Master: o que a Polícia Federal consegue descobrir em celulares apreendidos?

O Banco Central prorrogou por mais 120 dias o prazo para concluir o inquérito aberto sobre instituições do conglomerado Master. O novo prazo passa a contar a partir de 23 de junho de 2026.

A decisão foi publicada nesta quarta-feira (17) e é assinada por Aarão Diamantino Oliveira, chefe-adjunto do Departamento de Resolução e de Ação Sancionadora do BC.

A prorrogação é prevista na legislação que trata de liquidações extrajudiciais. Pela regra, os inquéritos devem ser concluídos em até 120 dias, mas podem ser prorrogados por igual período quando houver necessidade.

O inquérito mira o Banco Master S.A., Banco Master de Investimento, Banco Letsbank, Master Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários e Will Financeira, que estão em liquidação extrajudicial. Também inclui o Banco Master Múltiplo, que está sob regime de administração especial temporária.

Leia também: DENÚNCIA: Forbes Brasil tem fundo do Banco Master como sócio oculto

O que o BC apura

A investigação administrativa busca identificar as causas que levaram as empresas à liquidação e apurar a responsabilidade de controladores e administradores nos cinco anos anteriores à decretação dos regimes especiais.

Times Brasil - CNBC

Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.

Siga o Times | CNBC

Durante o inquérito, o Banco Central pode examinar documentos, arquivos, contabilidade e valores das instituições. A autarquia também pode colher depoimentos, pedir informações a autoridades públicas, ao Ministério Público e ao liquidante, além de solicitar apoio policial, se necessário.

A legislação também permite que o BC analise documentos e registros de terceiros que tenham negociado com as instituições investigadas, quando houver relação com os fatos apurados.

Leia também: “Não vislumbramos um fim”: advogado analisa novas frentes no caso Banco Master

Relatório pode ir à Justiça

Os ex-administradores podem acompanhar o inquérito, apresentar documentos e indicar diligências. Ao fim da apuração, também poderão enviar alegações e explicações por escrito.

Depois disso, o Banco Central encerra o inquérito com um relatório. O documento deve resumir a situação da instituição examinada, as causas da queda, os prejuízos apurados e a relação de bens particulares dos administradores que comandaram a sociedade nos cinco anos anteriores.

Se o BC concluir que não houve prejuízo, o caso é arquivado na própria autarquia. Caso a investigação aponte prejuízos, os autos são encaminhados ao juízo da falência ou ao juízo competente para avaliar o caso.

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:


🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Notícias do Brasil