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Banco Master: clientes em busca de ressarcimento estão na mira de golpistas
Publicado 20/11/2025 • 07:13 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 20/11/2025 • 07:13 | Atualizado há 11 meses
KEY POINTS
Além de ter depósitos e aplicações congeladas, os investidores do Banco Master – que teve a liquidação decretada pelo Banco Central na terça-feira (18) – têm de se preocupar com uma onda de golpes destinados a quem aguarda o ressarcimento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Anúncios em redes sociais e em aplicativos prometem “liquidez imediata” ou “antecipação” do pagamento da garantia, explorando a ansiedade de quem tinha Certificados de Depósito Bancário (CDB) emitidos pela instituição e agora está impedido de movimentar os recursos.
Entidade que garante o ressarcimento de investimentos e depósitos em até R$ 250 mil por pessoa na instituição financeira, o FGC tem reforçado que não autoriza intermediários, não cobra taxas e não oferece qualquer mecanismo para agilizar pagamentos, alertando que qualquer promessa de antecipação é golpe.
Fernando Falchi, gerente de Engenharia de Segurança da Check Point Software Brasil, afirma que a garantia do FGC é automática, e toda oferta de crédito vinculada ao pagamento representa um sinal de alerta de fraude. Qualquer comunicação, ressalta, só pode ser feita por meio do aplicativo do FGC, canal oficial de ressarcimento.
No vácuo de informações e diante da ausência de prazo exato para o início dos pagamentos, já têm surgido ofertas fraudulentas que afirmam ser capazes de antecipar o valor garantido. Muitas delas se apresentam como empresas especializadas, advogados ou consultores financeiros.
As fraudes em nome do FGC dividem-se em dois tipos: roubo de dados e crédito abusivo. Os golpes mais comuns são os seguintes:
1. Phishing e roubo de informações: golpes que visam capturar dados pessoais e bancários por meio de:
Nesses casos, um clique errado permite aos fraudadores capturar credenciais, tomar contas bancárias ou instalar malware (programa invasor) capaz de monitorar celulares e computadores em tempo real, inclusive senhas.
2. Empréstimos predatórios:
Outra prática detectada é a oferta de supostos “adiantamentos”, que na verdade escondem operações de crédito com juros altíssimos. O investidor, acreditando estar antecipando o pagamento do FGC, acaba contratando um empréstimo que pode consumir boa parte do valor a receber.
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Siga o Times | CNBCCom o encerramento das atividades do Banco Master, investidores com aplicações de até R$ 250 mil passaram a depender exclusivamente do FGC para reaver o dinheiro. O processo, porém, não é imediato e exige etapas formais — o que abriu espaço para tentativas de fraude.
O procedimento correto, segundo o FGC, envolve os seguintes passos:
As principais orientações para não cair em fraudes são:
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