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Balança comercial tem déficit de US$ 157 milhões na 4ª semana de setembro
Publicado 29/09/2025 • 19:25 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 29/09/2025 • 19:25 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
Pixabay
O Brasil teve déficit comercial de US$ 157 milhões na quarta semana de setembro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
As exportações somaram US$ 7,742 bilhões no período, e as importações, US$ 7,90 bilhões. O superávit acumulado em setembro é de US$ 2,160 bilhões.
Da primeira à quarta semana de setembro, frente ao mesmo período de 2024, as exportações cresceram 1,9% (médias diárias), totalizando US$ 27,623 bilhões. As importações chegaram a US$ 25,463 bilhões, uma alta de 14,3% nas mesmas bases de comparação.
No acumulado de 2025, até a quarta semana de setembro, o país registra superávit comercial de US$ 44,972 bilhões. As exportações somam US$ 255,206 bilhões, e as importações, US$ 210,234 bilhões.
O desempenho das exportações foi puxado pelos embarques de produtos agropecuários, que cresceram 9,21% no acumulado do mês em relação ao mesmo período de 2024, alcançando US$ 5,921 bilhões.
Principais destaques:
As vendas da indústria extrativa somaram US$ 6,135 bilhões, alta de 6,39% ante 2024. Puxaram o crescimento:
Já as vendas de minério de ferro caíram 3,79%.
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Os embarques da indústria de transformação caíram 2,64%, para US$ 15,312 bilhões. Entre as maiores baixas estão açúcares e melaço (-31,62%), celulose (-27,74%) e aeronaves e outros equipamentos (-27,17%). Essas quedas foram parcialmente compensadas pelo desempenho de carne bovina (+52,92%), automóveis (+34,16%) e ouro (+94,07%).
Nas importações, a alta foi puxada pela indústria de transformação, com crescimento de 17,82%, principalmente devido a uma operação com plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes, que adicionou US$ 2,375 bilhões à conta — 15.406% a mais do que no mesmo período de 2024. Também cresceram as compras de motores e máquinas não elétricos (+63,70%) e de medicamentos e produtos farmacêuticos (+46,82%).
As compras da indústria extrativa caíram 25,69%, puxadas por gás natural (-40,77%) e óleos brutos de petróleo ou minerais betuminosos (-26,74%).
Na agropecuária, as importações recuaram 2,69%, com destaque para trigo e centeio não moídos (-17,50%) e pescados inteiros (-12,50%).
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