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EXCLUSIVO: inflação em rota de queda deve aliviar pressão sobre o Banco Central
Publicado 24/10/2025 • 20:09 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 24/10/2025 • 20:09 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
O Brasil está caminhando para ter uma inflação mais baixa, afirmou a economista-chefe da 4intelligence, Thaís Zara, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
“A inflação tem recuado consistentemente desde o começo do ano, e a chance de conseguirmos colocar a inflação dentro do intervalo de metas — que é até 4,5% — aumenta bastante até o final do ano, o que livraria o presidente do Banco Central de ter que escrever mais uma cartinha justificando por que estaríamos acima da meta.”
Segundo a economista, o Ibovespa foi impulsionado nesta sexta-feira (24) principalmente pela divulgação do índice de preços dos Estados Unidos, que veio em linha com as expectativas e reforçou as apostas de corte de juros pelo Federal Reserve na próxima semana.
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“O principal fator que acabou animando os mercados hoje foi o dado de inflação dos Estados Unidos, que veio em linha com a expectativa e mostrando que provavelmente na próxima semana teremos corte de juros por lá. Isso acabou deixando os investidores mais animados, porque, se a inflação tivesse sido mais alta, poderia gerar preocupação sobre a continuidade do corte de juros pelo Fed”, explicou.
Thaís pondera, no entanto, que o processo de reancoragem das expectativas inflacionárias será lento.
“Por trás dessa desancoragem das expectativas mais altas para 2027 e 2028 existe um componente de preocupação com o fiscal, que tende a permanecer por enquanto. Então, a perspectiva de um aumento gradual e pingado das expectativas deve continuar, embora a inflação corrente melhorando ajude a reduzir essas expectativas aos poucos.”
Em relação ao cenário externo, Thaís observou que as eleições na Argentina e o encontro entre Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, previsto para domingo (26), podem gerar alguma oscilação nos mercados.
“Sempre pode acabar tendo algum tipo de volatilidade ligada ao que acontece na economia argentina, mas acredito que a influência maior vai depender do comportamento de outros ativos no exterior e do encontro de domingo. Então, o mercado brasileiro pode sofrer alguma oscilação, mas questões como tarifas ou discussões entre Lula e Trump devem pesar mais sobre a perspectiva de segunda-feira (27).”
A economista também comentou a perspectiva para a Petrobras, destacando a importância de acompanhar as sanções prometidas à Rússia e seus efeitos sobre o preço do petróleo.
“O momento agora é de observar de perto o que vai acontecer com as sanções prometidas à Rússia, se serão realmente implementadas, porque isso pode impactar os preços do petróleo e, consequentemente, o desempenho das ações da empresa.”
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