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Integração de dados entre BC e CVM reduz riscos no mercado, diz especialista
Publicado 16/04/2026 • 18:34 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 16/04/2026 • 18:34 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
A integração de dados entre órgãos reguladores reduz as assimetrias de informação e permite uma avaliação de risco mais precisa para o mercado, afirma Everton Gonçalves, diretor de economia, regulação e produtos da Associação Brasileira de Bancos (ABBC).
Em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, ele explicou que o movimento reflete o crescimento acelerado das operações no mercado de capitais e a necessidade de uma visão holística do setor. “Títulos de dívida e títulos securitizados tiveram um crescimento muito rápido e é importante que esse mercado compartilhe informações com o sistema bancário tradicional para ajudar na precificação e na redução de riscos”, afirmou.
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A inclusão de securitizadoras e outros entes sob o guarda-chuva da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é vista como um marco para a estabilidade do sistema. “É um avanço porque começamos a enxergar o sistema como um todo. Esse compartilhamento entre os dois reguladores é uma medida macroprudencial que vai facilitar o monitoramento do que está ocorrendo nos mercados”, destacou.
Sobre o impacto nos ativos financeiros, Gonçalves ressaltou que a transparência beneficia a precificação justa dentro dos fundos de investimento. “Quem tem mais acesso à informação tende a precificar de uma forma mais justa e precisa. Todo mundo tendo a mesma informação constitui um ambiente positivo para as operações de crédito”, explicou.
Quanto à possibilidade de queda nos juros para o consumidor final, o especialista ponderou que essa é uma tendência de longo prazo dependente de múltiplos fatores. “Existem outras questões que compõem o spread bancário, como incertezas jurídicas, retomada de garantias e o cadastro positivo, mas medidas que reduzem a assimetria favorecem a redução da taxa na ponta final”.
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O representante da ABBC ressaltou que a medida ajuda a nivelar a competição entre diferentes tipos de instituições financeiras. “Nossa associação possui uma pluralidade grande, incluindo cooperativas e IPs, e esse maior acesso a informações e linhas de liquidez tende a favorecer o posicionamento dos nossos associados frente aos grandes bancos”.
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