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Saúde suplementar tem lucro recorde e melhora financeira em 2025, aponta EY
Publicado 25/03/2026 • 13:15 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 25/03/2026 • 13:15 | Atualizado há 2 meses
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O setor de saúde suplementar no Brasil encerrou 2025 com resultados históricos, impulsionados por lucro recorde e melhora nas margens operacionais, após anos de maior pressão sobre os custos. Segundo o notável do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Leandro Berbert, sócio líder de Health Sciences e Wellness da EY Brasil, o período marca uma recuperação relevante para as operadoras.
“Depois de alguns anos difíceis, a gente tem dois indicadores muito interessantes: mais de 53 milhões de beneficiários e uma sinistralidade de 81,7%, o melhor nível recente”, afirmou, em sua participação nesta terça-feira (24) no programa Radar.
De acordo com Berbert, a queda da sinistralidade – indicador que mede os custos assistenciais das operadoras – foi determinante para o avanço dos resultados financeiros. “A sinistralidade é a principal linha de custo. Quando ela cai, impacta diretamente o lucro”, explicou.
Em 2025, o setor registrou lucro de R$ 24,4 bilhões, acima dos níveis históricos anteriores, que giravam entre R$ 9 bilhões e R$ 12 bilhões antes da pandemia. “Esses números mostram uma melhora clara no desempenho do setor, ainda que possam estar concentrados em algumas empresas”, destacou.
O avanço dos resultados também reflete uma série de medidas adotadas pelas operadoras para controlar despesas e melhorar a eficiência. “Houve um controle muito forte da utilização dos serviços, além de ações de protocolização e redução de desperdícios”, disse.
Segundo ele, além do custo médico, as empresas também atuaram sobre despesas administrativas e comerciais para atingir níveis mais sustentáveis de rentabilidade.
Apesar do lucro elevado, Berbert ressalta que a margem ainda é relativamente moderada. “Quando olhamos o faturamento do setor, que é de centenas de bilhões, estamos falando de uma margem próxima de 6%”, afirmou.
Para 2026, a expectativa é de continuidade desse cenário mais equilibrado, ainda que com desafios. “A pressão deve diminuir um pouco com a melhora da sinistralidade, mas a agenda de otimização continua”, disse.
Ele aponta que a inflação médica segue como principal fator de risco, exigindo esforços contínuos de controle de custos para evitar impactos maiores. “Talvez a principal notícia positiva seja reajustes mais moderados para os usuários de planos de saúde”, afirmou.
Sobre a possibilidade de repetição dos resultados, o especialista avalia que o setor deve manter desempenho semelhante. “Se não houver nenhum evento extraordinário, devemos ver números em linha com 2025”, concluiu.
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