Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
EXCLUSIVO: Claudio Lottenberg diz que IA pode transformar diagnóstico ocular e prevenir cegueira no Brasil
Publicado 21/11/2025 • 12:16 | Atualizado há 7 meses
Dow Jones fecha praticamente estável após atingir recorde histórico; Nasdaq inicia julho em queda
EUA não renovam acordo comercial trilateral com o Canadá e o México e abrem nova rodada de negociações
PlayStation encerrará produção de discos físicos para novos jogos em 2028
Lamborghini lança novo SUV híbrido de alta performance após desistir de planos para carros elétricos
Anthropic: governo Trump remove restrições de exportação do Claude Fable 5 e do Mythos 5
Publicado 21/11/2025 • 12:16 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
O avanço da inteligência artificial abre uma janela decisiva para reduzir casos de cegueira no país. Para o presidente do Conselho do Hospital Israelita Albert Einstein, Claudio Lottenberg, a tecnologia pode acelerar diagnósticos, mapear riscos e apoiar políticas públicas em um cenário em que um milhão e meio de brasileiros convivem com cegueira evitável. Em entrevista ao Real Time, ele explicou como a IA pode reorganizar todo o ecossistema de saúde ocular.
“Estamos ainda nos primeiros passos, mas o potencial é enorme”, afirma Lottenberg. Ele destaca que boa parte das limitações ainda é estrutural: falta de acesso a consultas, ausência de políticas públicas e até a carência de óculos, que continua sendo a principal causa de baixa visão no país.
O especialista avalia que o envelhecimento da população traz doenças que exigem diagnóstico precoce — catarata, glaucoma e degeneração macular — e lembra que o país não tem especialistas suficientes para atender toda a demanda. Segundo ele, tecnologias de IA, telemedicina e modelos de alta produtividade podem ampliar o alcance da assistência, especialmente em regiões remotas.
“Com inteligência artificial, conseguimos prever riscos e organizar fluxos de cuidado muito antes do agravamento”, diz. Ele cita estudos que mostram a capacidade do exame de fundo de olho em antecipar eventos cardiovasculares, como infarto e AVC, reforçando que o uso de grandes bancos de dados pode evitar que pacientes se tornem dependentes após eventos graves.
Saiba mais:
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCPesquisa mostra impacto do estresse do trabalho na saúde mental dos brasileiros
Modelo de ‘hospital online’ pode reduzir preço de plano de saúde em 16%
Dormir pouco custa caro: como a falta de sono derruba decisões e a saúde
Lottenberg defende que o Brasil tem características únicas para desenvolver algoritmos próprios, mas lembra que isso exige políticas de incentivo, regulações claras e investimentos. Para ele, ainda falta uma visão estruturante que articule futuro digital, sustentabilidade e qualidade de vida em um plano nacional de saúde.
“O setor público e o privado já trabalham de forma conjunta — esse tabu foi superado”, afirma o médico. Ele ressalta que instituições como o Einstein já atuam majoritariamente dentro do SUS, combinando assistência, pesquisa, inovação e gestão, e que esse modelo fortalece a construção de políticas públicas mais eficientes.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
CBF exclui CazéTV da disputa pelos direitos da Copa do Brasil até 2030
2
Anthropic libera modelo Fable 5 globalmente após fim de restrições dos EUA
3
Quem é a brasileira que administra a carreira milionária do jogador norueguês Haaland
4
Departamento do Tesouro Americano bloqueia bens de empresários brasileiros nos EUA por ligação com PCC
5
Justiça decide pedido de falência e OI pode deixar de existir