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Exército brasileiro vai ampliar defesa cibernética com uso de inteligência artificial; saiba como
Publicado 06/01/2026 • 07:55 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 06/01/2026 • 07:55 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Ministério da Defesa.
Comando de Defesa Cibernética (ComDCiber)
O Exército Brasileiro ganhará uma série de novas tecnologias e equipamentos. Isso porque, em novembro de 2025, a Lei Complementar 221 garantiu que R$ 30 bilhões fossem excluídos do arcabouço fiscal e destinados a investimentos para a defesa brasileira.
Dessa forma, ao longo de 2026 e 2031, o PAC Militar deve passar a utilizar R$ 3 bilhões a cada ano para modernizar os recursos da defesa.
Portanto, além de uma nova frota de blindados, o Centauro II-BR, o exército contará também com uma defesa cibernética expandida, que incluirá o uso de inteligência artificial (IA). A seguir, veja como a IA pode melhorar a defesa brasileira.
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Em outubro de 2025, o governo do Paraná assinou um novo protocolo com planos de pesquisa e projetos para integrar inteligência artificial, tecnologias quânticas e cibersegurança ao exército brasileiro.
Conforme o estudo “O uso da Inteligência Artificial no SISFRON”, publicado em 2024, na Revista de Segurança, Desenvolvimento e Defesa, a inteligência artificial pode atuar de forma proativa na detecção e prevenção de ataques.
Para isso, recorre a análises de dados aprofundadas e contínuas, feitas por Machine Learning e Deep Learning. Na prática, qualquer anomalia no sistema seria identificada, informada e combatida quanto antes. Ademais, por ter uma visão “panorâmica” a IA também é capaz de fornecer insights para melhorias do sistema.
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“Temos excelentes pesquisadores e uma infraestrutura em expansão. Essa colaboração permitirá que utilizemos a estrutura que o Exército tem, e eles possam utilizar a nossa, compartilhando cérebros e talentos para produzir resultados que interessam ao País”, disse Aldo Bona, secretário das secretarias estaduais de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), sobre os projetos do governo do Paraná.
Além disso, ainda segundo o estudo, a utilização da IA pode ir além dos computadores.“O uso de drones, veículos autônomos, simulações e a coleta e análise de dados para o sistema de monitoramento”. Dentro disso, quando integrada ao SISFRON (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras), a IA amplia tanto a capacidade, quanto a complexidade do sistema.
Nesse sentido, vale lembrar que o SISFRON é utilizado principalmente no combate ao narcotráfico e contrabando. Contudo, o sistema ainda não foi efetivamente implementado no país. Ele estava previsto para 2021, mas as restrições orçamentárias anteriores adiaram a estimativa de operação completa para 2039.
Sendo assim, as pesquisas para aplicar IA na defesa cibernética do Exército Brasileiro devem contribuir com resultados para todo o país.
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