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Futuras elevações de juros exigem cautela, afirma membro do BC do Japão
Publicado 27/11/2025 • 11:14 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 27/11/2025 • 11:14 | Atualizado há 6 meses
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O Banco do Japão deve proceder com cautela ao elevar as taxas de juros, apertando em um ritmo que não seja nem rápido demais nem lento demais, disse o membro do conselho de política monetária Asahi Noguchi nesta quinta-feira (27/11). A abordagem mais realista para a política monetária é “implementar aumentos das taxas de juros de forma incremental ao longo do tempo, enquanto se monitora o impacto disso na atividade econômica e nos preços”, afirmou Noguchi, em discurso a líderes empresariais na prefeitura de Oita, no sul do Japão.
Ele alertou que elevar as taxas muito rapidamente pode minar o impulso dos reajustes salariais e pôr em risco a meta de inflação de 2% do BC japonês. Por outro lado, apertar de forma muito devagar poderia desestabilizar a atividade econômica e os preços.
Os comentários vêm em meio a especulações sobre o momento do próximo aumento de juros do BoJ. A inflação persiste no Japão, com o iene fraco representando um risco renovado de pressão sobre preços de importação – a moeda recentemente se desvalorizou para nível perto de 157,90 por dólar.
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Alguns analistas, porém, acham difícil que o BoJ aperte a política já na reunião de dezembro, uma vez que medidas para esfriar a economia podem colidir com a direção da política fiscal.
O governo da primeira-ministra Sanae Takaichi recentemente aprovou um pacote substancial de estímulo e deseja ver inflação de 2% sustentada por aumento de salários, não por choques de custos.
Tanto o BoJ quanto o governo têm sinalizado que trabalharão em estreita colaboração na coordenação de políticas. Noguchi acrescentou que, embora a inflação tenha se mantido acima de 2% há mais de três anos, as expectativas de inflação ainda não atingiram esse nível, refletindo experiência deflacionária de décadas do país antes da pandemia. “Ainda é preciso tempo para que esses efeitos se dissipem e para que as expectativas de inflação se ancorem em torno de 2%.”
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