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Publicado 27/05/2026 • 09:30 | Atualizado há 45 minutos
KEY POINTS
Foto: Agência SP
SP anuncia investimento de R$ 21,4 milhões em auxílio para mulheres vítimas de violência doméstica; veja como funciona
O Estado de São Paulo ampliou os investimentos no programa de auxílio-aluguel para mulheres vítimas de violência doméstica. Em pouco mais de um ano, o estado destinou cerca de R$ 21,4 milhões ao benefício e atendeu 7.565 mulheres.
A Secretaria de Desenvolvimento Social de São Paulo contabilizou os repasses entre fevereiro de 2025 e abril de 2026. Além disso, durante esse período, o programa chegou a 591 municípios paulistas.
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De acordo com a Agência SP, o programa oferece um pagamento mensal de R$ 500 durante seis meses. Além disso, o benefício pode ser renovado pelo mesmo período, dependendo da condição da vítima.
De acordo com o governo estadual, a medida busca garantir condições para que mulheres em situação de vulnerabilidade consigam deixar ambientes de violência com mais segurança.
A secretária de Desenvolvimento Social, Andrezza Rosalém, afirmou que o auxílio ajuda mulheres a romperem o ciclo de violência e recontruírem a vida com mais autonomia.
O programa atende mulheres que possuem medida protetiva expedida pela Justiça e moram no estado de São Paulo. Além disso, a vítima precisa comprovar situação de vulnerabilidade social e renda familiar de até dois salários mínimos antes da separação.
O cadastro ocorre por meio da rede municipal de assistência social nas cidades participantes. Depois da análise, o pagamento é liberado pela Poupança Social do Banco do Brasil.
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Mulheres vítimas de violência doméstica podem procurar atendimento em diferentes serviços públicos espalhados pelo estado. Na assistência social, o atendimento ocorre nos CRAS, CREAS e Centros de Referência de Atendimento à Mulher.
Na área da saúde, o suporte aparece em UBS, prontos-socorros e hospitais. Já na segurança pública, o atendimento acontece nas Delegacias de Defesa da Mulher, distritos policiais, batalhões da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.
O sistema de Justiça também oferece apoio às mulheres por meio do Ministério Público, Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil.
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