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Haddad prevê corte de juros ’em breve’ e projeta 2026 com cenário mais favorável

Publicado 22/09/2025 • 16:42 | Atualizado há 8 meses

KEY POINTS

  • Ministro da Fazenda diz que juros elevados não se explicam apenas pela situação fiscal brasileira.
  • Copom manteve a Selic em 15% citando incertezas externas, sobretudo ligadas aos EUA.
  • Fazenda aponta necessidade de ajustes no arcabouço fiscal com apoio do Congresso.
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Canal Gov.

Haddad prevê corte da Selic em breve e projeta 2026 como ano mais favorável para a economia.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (22), em São Paulo, que espera uma redução da taxa básica de juros em ritmo “consistente e sustentável” nos próximos meses. Sem fixar prazos, ele disse acreditar que 2026 será “muito melhor” para a economia brasileira.

“Acho que os juros vão começar a cair e cairão, na minha opinião, de forma consistente e sustentável”, declarou. “Não sei exatamente quando, mas, com os indicadores de inflação que estamos observando, com o dólar no nível atual e com tudo que está acontecendo, acredito que as coisas vão melhorar bastante a partir do próximo ano”, acrescentou.

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Na última semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selic em 15% ao ano, justificando a decisão pelas incertezas do cenário internacional, sobretudo em relação à política econômica dos Estados Unidos. A taxa é o principal instrumento do Banco Central para conter a inflação, encarecendo o crédito e desacelerando a atividade econômica.

Durante o evento Macro Day, do BTG Pactual, Haddad ressaltou que o patamar elevado dos juros não decorre apenas da questão fiscal. “Existem outras razões que explicam o juro no Brasil. O fiscal é muito relevante, mas não é a única explicação”, afirmou.

Ele também destacou que a política fiscal não depende exclusivamente do Executivo, mas envolve o Congresso e o Judiciário. Segundo o ministro, será necessário articular ajustes no arcabouço fiscal para garantir sua sustentabilidade. “É preciso criar as condições políticas para sentar com os parlamentares e discutir ajustes em algumas regras, senão o arcabouço não se sustenta no longo prazo”, concluiu.

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