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Ibovespa fecha em queda sob influência de balanços e dados dos EUA
Publicado 01/08/2025 • 19:32 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 01/08/2025 • 19:32 | Atualizado há 12 meses
KEY POINTS
Divulgação B3
Fachada da B3, a Bolsa brasileira
O Ibovespa encerrou a sessão desta sexta-feira (1º) em baixa de 0,48%, aos 132.437 pontos, pressionado pelo desempenho negativo de ações de peso, como Banco do Brasil e Petrobras. A queda refletiu o impacto de balanços corporativos mistos e da divulgação de dados de emprego nos Estados Unidos, que aumentaram as expectativas de corte na taxa de juros norte-americana já em setembro.
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Na semana, o principal índice da bolsa brasileira também acumulou retração de 0,48%, em uma movimentação que somou R$ 21,5 bilhões em volume financeiro. Durante o dia, a B3 enfrentou instabilidades técnicas que afetaram a atualização de índices como o Ibovespa e o Small Caps, situação que foi normalizada ainda no início da tarde. A primeira prévia da nova carteira do Ibovespa, válida de setembro a dezembro, trouxe a entrada dos papéis da Cury e a exclusão da São Martinho.
Entre os destaques de baixa, Banco do Brasil recuou 6,85% após analistas do BTG Pactual cortarem suas estimativas de lucro e reduzirem o preço-alvo das ações. A Petrobras caiu 1,32% com a queda do petróleo no exterior e após reajustar em 4,7% o preço do querosene de aviação. No setor siderúrgico, Gerdau (-4,69%) e CSN (-4,99%) também contribuíram para o desempenho negativo, mesmo após reportarem resultados trimestrais.
Na ponta oposta, Marcopolo avançou 7,63% após registrar crescimento de 28% no lucro do segundo trimestre, o que animou os investidores. Vale teve leve alta de 0,54%, mesmo após divulgar lucro líquido acima do esperado, enquanto Marfrig (0,56%) e BRF (1,35%) mostraram recuperação após alívio relacionado às tarifas dos EUA. No cenário internacional, os índices de Nova York também recuaram, refletindo tanto os dados econômicos quanto novas tensões comerciais.
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