Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Futuros operam em alta, com foco em negociações entre EUA e China e queda na produção norte-americana
Publicado 07/05/2025 • 11:24 | Atualizado há 1 ano
CNBC Originals: cinema dos EUA acelera bilheteria e mira volta aos US$ 10 bilhões
Boom da IA dispara demanda por turbinas de US$ 250 milhões da GE Vernova
CEO da Berkshire Hathaway, Greg Abel faz juramento como cidadão americano em um jogo de beisebol
Hollywood vive melhor verão desde a pandemia e projeta faturamento histórico
Venezuela recebe 1.600 socorristas estrangeiros em busca urgente por sobreviventes do terremoto
Publicado 07/05/2025 • 11:24 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Mercado de ações.
Pixabay
Os preços dos contratos futuros do petróleo operam em alta na manhã desta quarta-feira (07), com os investidores pesando o início de negociações comerciais entre EUA e China, que acontecerão na Suíça neste sábado (10), e com o anúncio de redução na produção norte-americana da commodity.
“Está claro que as esperanças são altas em relação às negociações comerciais”, disse Bjarne Schieldrop, analista-chefe de commodities do SEB. “No entanto, espera-se que a volatilidade persista e o potencial de alta parece limitado, já que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+, que inclui a Rússia) liberará barris de volta ao mercado mais rápido do que o esperado e a formulação de políticas dos EUA continua imprevisível”, disse Tamas Varga, analista da PVM.
Leia mais
Acompanhe a cobertura em tempo real da Guerra Tarifária
Petróleo fecha em forte alta com recompra por vendidos e agravamento de tensões geopolíticas
EUA: Líderes exportadores de propano parecem despreocupados com tarifas
“O mercado global de petróleo, tudo o mais constante, estará mais bem abastecido nos próximos anos do que se pensava anteriormente”, afirma David Oxley, da Capital Economics. “Ainda não está claro qual governo entra nas negociações com melhor posição. O cenário parece um impasse, com ambos os lados aparentemente suavizando um pouco suas posições para permitir o início das conversas. As negociações ocorrerão na Suíça — um território neutro, em vez de nos EUA ou na China”, diz Lynn Song, economista chefe para a Grande China da ING.
A redução na produção de petróleo nos EUA veio por conta do depoimento do CEO da Diamondback Energy, grande produtora de petróleo da Bacia do Permiano, nos EUA, em mensagem aos acionistas, que disse que a empresa espera uma desaceleração da atividade e uma queda na produção com os preços baixos atuais.
Outra notícia que interfere na cotação do petróleo é que os EUA anunciaram terem chegado a uma trégua com os houthis no Iêmen e suspenderam os ataques aéreos no país. “Essa notícia fortaleceu o sentimento do mercado”, afirmam analistas da ANZ Research.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO grupo militante sediado no Iêmen afirmou que vai parar de atacar navios americanos no Mar Vermelho, reduzindo assim os riscos de interrupções no fornecimento na região, afirmam os analistas.
Por volta de 9h13 (horário de Brasília), o preço do contrato do petróleo WTI negociado na Nymex com entrega para junho subia 0,81%, cotado a US$ 59,58 o barril. Já o preço do contrato do Brent negociado na plataforma ICE, com entrega para julho, avançava 0,62%, cotado a US$ 62,57 o barril.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
GTA VI deve atingir arrecadação bilionária somente na pré-venda; veja
2
Terremoto de magnitude 5,9 atinge Paquistão e Afeganistão sem registro imediato de vítimas
3
Quina de São João: entenda como a Surpresinha escolhe seus números
4
Quando é o sorteio da Quina de São João? Veja valor do prêmio
5
EUA atacam o Irã após Trump acusar Teerã de violar o cessar-fogo no Estreito de Ormuz