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Mercado de carros usados tem alta moderada e acumula 6,94% em 12 meses
Publicado 04/06/2026 • 23:30 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 04/06/2026 • 23:30 | Atualizado há 1 hora
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Reprodução
O IBV Auto, índice do banco BV que acompanha a variação de preços de automóveis leves usados no País, voltou a acelerar em maio. O indicador avançou 0,43% no mês, após alta de 0,27% em abril, embora ainda abaixo da média do trimestre, de 0,72%. No acumulado em 12 meses, o aumento é de 6,94%.
Para o economista-chefe do banco BV, Roberto Padovani, o resultado sugere uma oscilação dentro do padrão esperado para o mercado.
Segundo ele, o resultado mostra que não houve perda de ritmo. “Esse comportamento é compatível com um ambiente no qual o consumo segue resiliente, mas começa a responder de forma mais sensível às condições financeiras, alternando meses de maior e menor demanda”, afirma.
O vice-presidente de varejo do BV, Jamil Ganan, acrescenta que a leitura do IBV de maio aponta para uma dinâmica mais equilibrada na formação de preços. Conforme ele, o desempenho do índice no quinto mês do ano sugere uma dinâmica mais equilibrada na formação dos preços, sugerindo um mercado sustentado por uma demanda ainda relevante, mas com sinais de acomodação e maior seletividade.
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No recorte regional, o Centro-Oeste registrou a maior variação em maio, com alta de 0,99%, puxada por Mato Grosso do Sul, que teve a taxa mais elevada entre os Estados, de 1,19%. Já a região Norte apresentou a maior queda no mês, de 0,23%, devolvendo parte da forte valorização observada em abril. Cinco dos sete Estados nortistas tiveram deflação, com destaque para Amapá e Tocantins, que registraram as maiores baixas, ambas de 0,41%.
No acumulado de 12 meses, os Estados do Rio de Janeiro (7,84%), Paraná (7,42%) e Minas Gerais (7,29%) puxaram a alta dos preços, enquanto Espírito Santo (4,91%), Mato Grosso (5,05%) e Santa Catarina (5,27%) apresentaram variações mais tímidas
No acumulado de 12 meses até maio, a liderança ficou com Rio de Janeiro (7,84%), Paraná (7,42%) e Minas Gerais (7,29%). Já Espírito Santo (4,91%), Mato Grosso (5,05%) e Santa Catarina (5,27%) tiveram altas um pouco menos robustas no período.
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