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Operações da PF

Qual é a relação entre Refit e Refinaria de Manguinhos, citadas em operação da PF

Publicado 15/05/2026 • 22:30 | Atualizado há 51 minutos

KEY POINTS

  • A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (15) a Operação Sem Refino, em uma ação que avançou sobre a Refit.
  • A Refit é o grupo empresarial que controla a Refinaria de Manguinhos. Dessa forma, ambas fazem parte do mesmo conglomerado econômico investigado pela Polícia Federal na Operação Sem Refino.
  • Em nota, a Refit afirmou que discute suas questões tributárias nas esferas judicial e administrativa e disse ter herdado passivos de gestões anteriores.
Qual é a relação entre Refit e Refinaria de Manguinhos, citadas em operação da PF

Foto: Divulgação PF

Qual é a relação entre Refit e Refinaria de Manguinhos, citadas em operação da PF

A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (15), a Operação Sem Refino e avançou sobre um esquema no setor de combustíveis que envolve o grupo Refit, além de outros alvos no Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal.

A ação também resultou no bloqueio de aproximadamente R$ 52 bilhões em ativos financeiros e em medidas judiciais contra investigados.

Leia também: Cláudio Castro é alvo da PF em operação que bloqueou R$ 52 bi em ativos; dono da Refit é preso

Qual é a relação entre Refit e Refinaria de Manguinhos, citadas em operação da PF

A Refit é o grupo empresarial que controla a Refinaria de Manguinhos. Portanto, as duas estruturas fazem parte do mesmo conglomerado econômico investigado pela Polícia Federal na Operação Sem Refino.

Além disso, segundo as investigações, a Refinaria de Manguinhos integra a estrutura operacional da Refit no setor de combustíveis. Dessa forma, a PF apura se o grupo utilizou uma rede societária e financeira para movimentar recursos, ocultar patrimônio e dificultar o rastreamento de ativos.

Operação da PF mira grupo e bloqueia bilhões

A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca. Ao todo, a operação atingiu 17 alvos e foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal.

Além disso, a Justiça determinou a prisão preventiva do advogado e empresário Ricardo Magro, responsável pelo grupo Refit, que vive em Miami, nos Estados Unidos. Ele foi incluído na Difusão Vermelha da Interpol, mecanismo que amplia o alcance internacional da busca por foragidos.

Na mesma decisão, a Justiça determinou o bloqueio de cerca de R$ 52 bilhões em ativos e a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas.

Entenda o foco da investigação

A investigação apura suspeitas de fraudes fiscais, ocultação de patrimônio e possíveis inconsistências na operação de empresas ligadas à refinaria. Além disso, também há análise sobre eventual envio de recursos ao exterior por meio de estruturas financeiras do grupo.

Por outro lado, a operação contou com apoio técnico da Receita Federal e resultou ainda em sete medidas de afastamento de função pública.

Situação de Cláudio Castro

Cláudio Castro renunciou ao governo do Rio de Janeiro em março, antes da conclusão de um julgamento no Tribunal Superior Eleitoral que o tornou inelegível por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Com isso, o processo de cassação perdeu efeito.

Atualmente, o estado vive uma administração interina enquanto o Supremo Tribunal Federal ainda avalia o modelo de escolha do próximo governador.

Mesmo sob investigação, Castro mantém a intenção de disputar uma vaga no Senado nas eleições de outubro.

Leia também: ANP interdita refinaria da Refit suspeita de ‘fingir’ produção de combustível para burlar impostos

Posicionamento da Refit

Em nota, a Refit afirmou que suas questões tributárias são tratadas nas esferas judicial e administrativa e disse que herdou passivos de gestões anteriores. Além disso, o grupo também declarou que vem realizando pagamentos para regularização fiscal.

Por outro lado, a Refit negou irregularidades, afirmou que operações podem afetar a concorrência no setor e rejeitou acusações de falsificação de declarações fiscais e ligação com o crime organizado.

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