Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Caso Master: ex-presidente do BRB passa primeira noite no presídio da Papuda
Publicado 16/04/2026 • 18:12 | Atualizado há 4 meses
Conselho Municipal de Nova York anuncia investigação sobre estratégias de marketing de plataformas de mercados de previsão
Tencent supera expectativa de receita no 2º trimestre com games e publicidade impulsionada por IA
Ataque houthi mata seis no Mar Vermelho; EUA atingem navio porta-contêineres
Maior fundo soberano do mundo tem lucro recorde de US$ 184 bilhões e revela participação na SpaceX
Por que o plano de financiamento de IA de US$ 500 bilhões de Jensen Huang enfrenta um grande risco na China?
Publicado 16/04/2026 • 18:12 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
O ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, foi transferido para o complexo penitenciário da Papuda, em Brasília, no final da tarde deste quinta-feira (16), após ter sua prisão decretada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Paulo Henrique vai enfrentar a primeira noite no Complexo da Papuda, local já conhecido por receber nomes de lideranças políticas e empresariais. A informação foi confirmada pela Polícia Federal.
O pedido de prisão preventiva de Paulo Henrique Costa foi feito no contexto da operação Compliance Zero, que investiga a compra de títulos falsos vindos do Banco Master, do banqueiro Daniel Vorcaro, por parte do banco público.
Leia mais: PF prende Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, em nova fase da Compliance Zero
Leia mais: Advogado do ex-presidente do BRB contesta prisão de Paulo Henrique Costa; veja vídeo
A decisão de Mendonça aponta que Costa teria atuado deliberadamente para beneficiar o Banco Master, mesmo após indícios claros de fraude nas carteiras de crédito adquiridas. As investigações da Polícia Federal indicam que não se tratou de falhas pontuais, mas de uma sequência consciente de decisões para sustentar o negócio.
O esquema envolvia a criação de carteiras de crédito consignado sem lastro real, com uso de documentos falsificados, como contratos, extratos e procurações. O Banco Central do Brasil identificou inconsistências graves e acionou o Ministério Público Federal, enquanto internamente o Banco Master mantinha uma estrutura dedicada à fabricação desses registros.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCMensagens mostram que Costa tinha conhecimento das irregularidades desde o fim de 2024, mas, ainda assim, acelerou as aquisições. Segundo a decisão, ele flexibilizou regras internas, ignorou pareceres jurídicos contrários e desconsiderou alertas da área de risco e de um grupo técnico que já apontava falhas graves nas operações.
Mesmo após o próprio BRB reconhecer, em 2025, que havia comprado cerca de R$ 12,2 bilhões em carteiras fraudulentas, a instituição continuou adquirindo ativos do Banco Master. Para a Polícia Federal, essa continuidade reforça a hipótese de adesão deliberada ao esquema, afastando a ideia de simples negligência.
Leia mais: Ex-presidente do BRB recebeu R$ 140 mi em imóveis de luxo como propina, diz PF
O prejuízo total ainda não foi calculado, e o banco adiou a divulgação de seu balanço para medir o impacto. Enquanto isso, Costa permanece preso preventivamente e passará por audiência de custódia, com eventual revisão da decisão dependendo do próprio STF.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Caso ‘Master capixaba’: mercado vê rombo multimilionário em operação da Apex Partners para compra da CVC
2
BYD processa portal jornalístico e tenta calar reportagem sobre origem chinesa da marca
3
PF pede bloqueio de bens da Gerdau após meses de contaminação em praia de Salvador
4
Futebol italiano perde espaço na elite europeia em meio a crise financeira e estrutural
5
Master Capixaba: Apex Partners – sócia da CVC – consegue proteção judicial para não pagar R$ 985 milhões em dívidas