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PF: Ex-presidente do BRB já está no presídio da Papuda, em Brasília
Publicado 16/04/2026 • 18:12 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 16/04/2026 • 18:12 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, está detido no complexo penitenciário da Papuda após ter sua prisão decretada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira (16). A informação é da Polícia Federal.
Ele recebeu o pedido de prisão preventiva no contexto da operação Compliance Zero, que investiga a compra de títulos falsos vindos do Banco Master, do banqueiro Daniel Vorcaro, por parte do banco público brasiliense.
A decisão de Mendonça aponta que Costa teria atuado deliberadamente para beneficiar o Banco Master, mesmo após indícios claros de fraude nas carteiras de crédito adquiridas. As investigações da Polícia Federal indicam que não se tratou de falhas pontuais, mas de uma sequência consciente de decisões para sustentar o negócio.
O esquema envolvia a criação de carteiras de crédito consignado sem lastro real, com uso de documentos falsificados, como contratos, extratos e procurações. O Banco Central do Brasil identificou inconsistências graves e acionou o Ministério Público Federal, enquanto internamente o Banco Master mantinha uma estrutura dedicada à fabricação desses registros.
Mensagens mostram que Costa tinha conhecimento das irregularidades desde o fim de 2024, mas, ainda assim, acelerou as aquisições. Segundo a decisão, ele flexibilizou regras internas, ignorou pareceres jurídicos contrários e desconsiderou alertas da área de risco e de um grupo técnico que já apontava falhas graves nas operações.
Mesmo após o próprio BRB reconhecer, em 2025, que havia comprado cerca de R$ 12,2 bilhões em carteiras fraudulentas, a instituição continuou adquirindo ativos do Banco Master. Para a Polícia Federal, essa continuidade reforça a hipótese de adesão deliberada ao esquema, afastando a ideia de simples negligência.
O prejuízo total ainda não foi calculado, e o banco adiou a divulgação de seu balanço para medir o impacto. Enquanto isso, Costa permanece preso preventivamente e passará por audiência de custódia, com eventual revisão da decisão dependendo do próprio STF.
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