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Por que o campo de Aram pode virar uma das próximas apostas bilionárias da Petrobras

Publicado 18/05/2026 • 22:00 | Atualizado há 15 minutos

KEY POINTS

  • Em meio a esse cenário, o campo de Aram desponta como uma das principais apostas da Petrobras para os próximos anos.
  • A Superintendência-Geral do Cade aprovou a compra de 20% dos direitos da Shell nos projetos Orca e Sul de Orca.
  • A Petrobras já indicou que Aram pode se transformar em uma futura frente de expansão da companhia.

Agência Petrobras / Geraldo Falcão

Por que o campo de Aram pode virar uma das próximas apostas bilionárias da Petrobras

A aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para a entrada da estatal do Kuwait em ativos da Shell na Bacia de Santos reforçou o movimento de gigantes do petróleo, como a Petrobras, sobre áreas estratégicas do pré-sal brasileiro.

Em meio a esse cenário, o campo de Aram desponta como uma das principais apostas da Petrobras para os próximos anos, diante do potencial estimado de produção e do interesse crescente de grupos internacionais em projetos offshore no Brasil.

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A Superintendência-Geral do Cade aprovou a compra de 20% dos direitos da Shell nos projetos Orca e Sul de Orca, localizados na Bacia de Santos, pela Energy Development Company (EDC), subsidiária ligada à Kuwait Petroleum Corporation, estatal de petróleo do Kuwait.

A operação foi liberada sem restrições pelo rito sumário, utilizado em negócios considerados de baixo risco concorrencial.

Segundo o órgão antitruste, a transação representa apenas a substituição de um agente econômico e não altera a dinâmica competitiva do setor.

Os ativos adquiridos fazem parte de áreas do pré-sal com previsão de início de produção a partir de 2029. Mesmo ainda em fase de desenvolvimento, o movimento chamou atenção do mercado por indicar o avanço de investidores estrangeiros sobre reservas consideradas estratégicas no litoral brasileiro.

Aram entra no radar da Petrobras

Enquanto Orca atrai novos investidores internacionais, o campo de Aram vem sendo tratado nos bastidores do setor como um dos projetos mais promissores da Petrobras no pré-sal.

Descoberto na Bacia de Santos, Aram apresentou resultados considerados relevantes durante as perfurações exploratórias realizadas nos últimos anos.

A área fica próxima de outros blocos altamente produtivos, o que aumenta a expectativa sobre o potencial comercial da reserva.

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A Petrobras já indicou que Aram pode se transformar em uma futura frente de expansão da companhia. O projeto ganhou relevância porque a estatal busca garantir novas áreas capazes de sustentar produção elevada nas próximas décadas, especialmente em um momento de maturação de campos históricos do pré-sal.

Potencial bilionário e interesse global

O interesse crescente de empresas estrangeiras em ativos brasileiros ajuda a explicar por que Aram passou a ser visto como um projeto bilionário em potencial.

O pré-sal brasileiro segue entre as regiões mais competitivas do mundo em produtividade e custo de extração. Grandes grupos internacionais continuam ampliando presença no país justamente pela capacidade dessas áreas de gerar produção em larga escala por muitos anos.

A entrada da estatal do Kuwait em Orca reforça essa tendência. Para analistas do setor, o movimento mostra que o Brasil permanece no centro da estratégia global das petroleiras, principalmente em projetos offshore de longo prazo.

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Nesse contexto, Aram surge como uma peça importante para a Petrobras manter liderança em exploração no Atlântico Sul e ampliar reservas diante da demanda global por petróleo.

Estratégia da Shell e avanço internacional

A Shell afirmou ao Cade que a venda parcial dos ativos faz parte da estratégia de reorganização do portfólio e de gestão de riscos da companhia.

A empresa mantém forte presença no Brasil em áreas como exploração de petróleo, comercialização de energia, biocombustíveis, gás natural e energias renováveis.

Já o grupo do Kuwait informou que não possui operações diretas no setor de petróleo e gás no Brasil atualmente.

A aquisição representa a entrada de um novo competidor no mercado brasileiro, o que pode estimular investimentos e ampliar a competitividade no segmento.

Apesar da aprovação do Cade, a operação ainda depende de aval da Agência Nacional do Petróleo e do Ministério de Minas e Energia. O negócio também poderá ser alvo de recurso dentro do próprio Cade nos próximos dias.

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