Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Prisma Fiscal eleva projeção de déficit primário para R$ 72,4 bilhões neste ano
Publicado 15/01/2026 • 13:00 | Atualizado há 3 meses
Musk pode comprar a Cursor ainda neste ano por US$ 60 bilhões ou pagar US$ 10 bilhões pelo “trabalho conjunto”
Bolsas dos EUA sobem após Trump falar em possível acordo com Irã
Indicado à presidência do Fed, Kevin Warsh diz que não aceitará ordens de Trump sobre juros
JP Morgan expande investimento de US$ 1,5 trilhão em segurança econômica para a Europa
Amazon vai investir até US$ 25 bilhões na Anthropic como parte de acordo de infraestrutura de IA
Publicado 15/01/2026 • 13:00 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Assim como a LCI e a LCA, o CRI, o CRA e o CDCA são títulos privados destinados ao setor imobiliário e ao agronegócio
Reprodução Unsplash
A mediana do Prisma Fiscal para o déficit primário do Governo Central em 2026 aumentou de R$ 72,100 bilhões em dezembro para R$ 72,400 bilhões em janeiro. A estimativa intermediária para 2027 cedeu de R$ 54,897 bilhões para R$ 51,970 bilhões. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda nesta quinta-feira (15). A coleta dos dados foi fechada no 5º dia útil de janeiro.
A meta fiscal é de superávit de 0,25% porcentual do Produto Interno Bruto (PIB) este ano, com tolerância de 0,25 ponto.
O governo negociou com o Congresso maneiras de obter a arrecadação necessária para fechar o orçamento de 2026. No fim de 2025, aprovou um corte linear nos benefícios tributários do governo e amplia a tributação sobre apostas eletrônicas, fintechs e Juros sobre Capital Próprio (JCP).
Leia também: Terras raras colocam o Brasil no jogo global da nova economia, diz Alckmin
A norma promove um corte linear nos incentivos fiscais e deve gerar arrecadação superior aos R$ 20 bilhões estimados como necessários para auxiliar o cumprimento da meta fiscal de 2026, que prevê superávit de R$ 34,3 bilhões.
Os economistas do mercado consultados pela SPE mantiveram as estimativas para a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) como proporção do Produto Interno Bruto (PIB). A mediana para o fim de 2026 ficou em 83,70%. A projeção para 2027 ficou estável em 87%. A estimativa intermediária do Prisma Fiscal para o déficit nominal do governo central este ano subiu, saindo de R$ 1,009 trilhão para R$ 1,039 trilhão.
A mediana para a arrecadação federal passou de R$ 3,085 trilhões para R$ 3,082 trilhões em 2026, e caiu de R$ 3,277 trilhões para R$ 3,258 trilhões em 2027. Com isso, a estimativa intermediária para a Receita Corrente Líquida (RCL) do governo central passou de R$ 2,513 trilhões para R$ 2,510 trilhões este ano, e de R$ 2,680 trilhões para R$ 2,664 trilhões no próximo.
A mediana da projeção do Prisma Fiscal para a despesa total do governo central saiu de R$ 2,585 trilhões para R$ 2,580 trilhões em 2026. Em 2027, caiu de R$ 2,730 para R$ 2,717 trilhões.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
USA Rare Earth compra brasileira Serra Verde por US$ 2,8 bilhões para desafiar domínio da China em terras raras
2
Flórida abre investigação criminal sobre ChatGPT após tiroteio fatal em universidade
3
Escassez de mão de obra no Brasil eleva salários e dificulta retenção no setor de serviços
4
EXCLUSIVO: Trump diz que ganhou a guerra no Irã e avisa que voltará a bombardear se não houver acordo
5
O Boticário supera Natura em perfumaria, maquiagem e skincare; GMV soma R$ 38 bi em 2025; veja os dados