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São Paulo tem 179 ruas com imóveis acima de R$ 1 milhão; veja os CEPs mais caros
Publicado 22/08/2026 • 22:30 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 22/08/2026 • 22:30 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: unsplash
São Paulo tem 179 ruas com imóveis acima de R$ 1 milhão; veja os CEPs mais caros
O mercado imobiliário de alto padrão está concentrado em pontos específicos de São Paulo. No primeiro semestre de 2026, 179 ruas registraram pelo menos dez negociações de imóveis com tíquete médio acima de R$ 1 milhão, segundo levantamento da Loft, com base em dados do ITBI do município.
Ao todo, mais de 3 mil imóveis foram negociados em 41 bairros da capital, com maior concentração nas zonas oeste e sul. As regiões reuniram parte significativa das transações de imóveis com tíquete médio superior a R$ 1 milhão no período, de acordo com o Estadão.
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A Rua Professor Artur Ramos, no Jardim Europa, aparece no topo quando o critério é o valor médio dos negócios. Os dez imóveis negociados no endereço alcançaram tíquete médio de R$ 13,6 milhões. A área média foi de 538 metros quadrados, com preço de R$ 25,31 mil por metro quadrado.
A segunda posição, por outro lado, ficou com a Rua Domingos Leme, na Vila Nova Conceição, que registrou 11 transações, com valor médio de R$ 9,77 milhões. Na sequência, a Rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr., no Itaim Bibi, contabilizou 27 negociações, com média de R$ 9,29 milhões.
Outras vias aparecem entre as mais caras. A Rua Peixoto Gomide, no Jardim América, teve média de R$ 4,67 milhões; a Alameda Franca, também no bairro, chegou a R$ 3,85 milhões; e a Rua Pablo Picasso, na Barra Funda, registrou R$ 3,52 milhões.
Com tíquete médio acima de R$ 2 milhões, 36 endereços reuniram pelo menos dez negócios no semestre. Os Jardins concentram a maior parte deles. No Jardim América, oito ruas somaram 119 transações. Já o Jardim Paulista teve três endereços, responsáveis por 57 negociações. Campo Belo e Vila Nova Conceição também se destacam.
A escassez de terrenos, por sua vez, ajuda a explicar os preços e a valorização dos endereços mais disputados. Além disso, em bairros consolidados, novos projetos muitas vezes dependem da compra de casas e imóveis existentes para formar áreas maiores.
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Siga o Times | CNBCPelo número de transações, a liderança muda. A Rua Alves Guimarães, em Pinheiros, foi o endereço com mais negociações de imóveis acima de R$ 1 milhão: 63 no primeiro semestre. O tíquete médio chegou a R$ 1,85 milhão, com área média de 124 metros quadrados e preço de R$ 14,98 mil por metro quadrado.
Rua Vergueiro aparece, na sequência, com 49 transações e tíquete médio de R$ 1,12 milhão. Além disso, a via passa por diferentes regiões, entre elas Liberdade, Vila Mariana, Chácara Klabin e Ipiranga. Já em Campo Belo, a Rua Barão do Triunfo registrou 47 negócios, com valor médio de R$ 1,05 milhão.
A faixa entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões concentrou a maior parte das negociações de imóveis de alto padrão no primeiro semestre de 2026. Ao todo, foram 2.538 transações distribuídas por 143 ruas da capital.
Pinheiros teve o maior número de negócios nesse intervalo de preço. Além disso, o bairro reuniu 259 transações em 11 ruas, ficando à frente de outras regiões com forte presença no mercado de alto padrão.
Na sequência, aparecem Perdizes, Moema Pássaros e Moema Índios entre os bairros com maior movimentação. Os dados mostram que, embora o levantamento inclua imóveis acima de R$ 1 milhão, a maior parcela das compras se concentrou na faixa de até R$ 2 milhões.
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A Loft utilizou, portanto, registros de ITBI referentes ao período de janeiro a junho de 2026. Para entrar no levantamento por rua, o endereço precisava ter, além disso, pelo menos dez transações e tíquete médio superior a R$ 1 milhão. Já as faixas de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões e acima de R$ 2 milhões consideram a média da rua, e não o preço individual de cada imóvel.
Imóveis em construção, por exemplo, só entram no ITBI quando ficam prontos, geralmente cerca de três anos após o lançamento. Por isso, os valores podem não representar exatamente os preços atuais.
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